Terramoto pode ter sido provocado

O Mundo foi agitado nas últimas semanas com a notícia divulgada pelo jornal moscovita Pravda que cita a Frota Russa do Norte segundo a qual, o sismo que devastou o Haiti em 12 de Janeiro passado resultou do teste de uma das “armas de terramotos” da Marinha norte-americana. De acordo com a informação, o tremor de terra no Haiti estava inserido num diagrama de sucessão linear em relação aos terramotos denunciados que se produziram à mesma profundidade de 10 km na Venezuela (8 de Janeiro) e em Honduras (11 de Janeiro).

O presidente venezuelano Hugo Chávez, numa declaração pronunciada no mês passado, acusou os Estados Unidos de “brincarem aos deuses”, e denunciou a existência de uma arma capaz de provocar tremores de terra.

Segundo o jornal Pravda, a Frota Russa do Norte, comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” tem controlado os movimentos navais dos EUA no Caribe desde 2008.

O relatório compara as experiências de duas destas armas de terramotos com um teste realizado no Pacífico que causou um sismo de magnitude 6,5 na área em torno da cidade de Eureka, na Califórnia. Não se registaram vítimas.

A informação acrescenta que os norte-americanos “tinham conhecimento total” dos danos que poderiam ser causados e que, para tal, mandara avançar o general P.K.

Keen, Comandante Delegado do Comando Sul, para supervisionar na ilha os trabalhos de ajuda que fossem necessários.

Logo após o terramoto no Haiti, seguindo o relatório da marinha russa e o jornal Pravda, o Pentágono mandou preparar o navio-hospital USNS Confort para seguir para a sacrificada ilha.

O porta-aviões USS Carl Vinson foi enviado para a zona com a sua capacidade máxima de aviões e helicópteros. Chegou no dia 14 de Janeiro, dois dias depois da catástrofe.

No terreno, já operava há tempos a agência norte-americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) que, junto com o Comando Sul e o Departamento de Estado accionaram o envio de 10.000 soldados para “ajuda humanitária” e controlo do país que entrou em total ruptura administrativa após o sismo.

O relatório russo afirma ainda que existe um plano dos EUA para destruição do Irão por intermédio de uma sucessão de sismos induzidos, com o objectivo de derrubar o regime islâmico local.

A harpa que nem os anjos tocam

A verdade é que, por muito que tudo pareça saído de um manual da guerra das estrelas em versão tenebrosa, existe, de facto, um projecto em desenvolvimento desde 1993 chamado HAARP (High Frequency Active Auroral Program), destinado a estudar a ionoesfera com base na radiofrequência induzida por hipocampos. Em linguagem corrente, o programa permite controlar o tempo, provocar terramotos, baralhar as telecomunicações mundiais, detectar e destruir mísseis.

O HAARP foi fundado pela Força Aérea e Marinha dos Estados Unidos, pela Universidade do Alasca e pela DARPA (Agência de Projectos de Pesquisa Avançada de Defesa).

Funciona num lugar recôndito do Alasca, em Gakona e, em 2008, custou 250 milhões de dólares.

Segundo dados oficiais, o HAARP estuda a forma como a ionoesfera afecta as comunicações via rádio.

Para mitigar os efeitos negativos, os cientistas desenvolvem meios de melhorar as comunicações e sistemas de navegação tanto sobre a terra como debaixo de água e no sub-solo.

Uma das aplicações pode ser mapear os conteúdos minerais no sub-solo da Terra assim como estudar o subsolo de países como o Irão e a Coreia do Norte.

O principal instrumento da estação no Alasca consiste num potentíssimo radiotransmissor de alta-frequência com um conjunto de 180 antenas que ocupam uma área de 13 hectares.

O sistema permite enviar sinais para a ionoesfera a uma altitude compreendida entre os 70 e os 350 km, conforme a frequência.

Militares afirmam que o HAARP pode facultar toda uma série de aplicações, desde descobrir petróleo, gás e depósitos minerais em largas áreas, a detectar aviões e mísseis de cruzeiro, tornando obsoletas as outras tecnologias.

Em curto, o HAARP substitui com menos custos, as comunicações submarinas, substitui o sistema de radar sobre o horizonte, fornece meios para apagar as comunicações numa área extremamente larga, ao mesmo tempo que mantém as próprias comunicações dos militares, penetra na terra para controlar instalações subterrâneas de armas nucleares.

Grande controvérsia

São tudo boas ideias para ajustar o patriótico sentido de defesa nacional (norte-americana), para além de serem bem mais económicas. Isto é o que dizem as informações do próprio HAARP. O que não dizem, pode ser verdadeiramente alarmante. Mais: os efeitos de uma utilização menos “responsável” destes poderes sobre o escudo natural da Terra que é a ionosfera, pode ser cataclísmico, segundo alguns cientistas.

Um fundador do movimento contra o HAARP, Clare Zickuhr diz: “Os militares vão dar um grande pontapé na ionosfera e vão ficar a ver o que vai acontecer”. Acontece que os militares não sabem esclarecer exactamente o que pode acontecer com experiências de utilização de imensos níveis de energia. O projecto tem sido alvo de muitas teorias da conspiração.

Muitos críticos apontam objectivos escondidos: provocar um poderoso raio da morte, ser uma fonte alternativa de energia, ser um sistema de defesa anti-míssil, ser uma arma de controlo da mente.

A rádio iraniana, além de apoiar a teoria de que o sismo do Haiti foi provocado, acrescenta que o HAARP criou um tempo extraordinariamente frio para evitar acções contra o aquecimento global.

A própria Duma (Parlamento da Rússia) produziu uma violenta denuncia contra o HAARP em 2002 ao acusar os Estados Unidos de “ter criado armas geofísicas integrais capazes de influenciar a Terra com ondas de rádio de alta frequência”.

Cientistas independentes como Begich e Manning afirmam que assaltos ao céu do tipo do HAARP, com os seus imprevistos efeitos, “podem ser um acto de vandalismo global”.

Os haitianos, o primeiro povo negro a tornar-se independente e livre, preocupados em simplesmente sobreviver, nunca saberão se o sismo que lhes levou familiares e bens foi natural ou provocado.

Helder de Sousa
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Rússia pode abandonar a OMS se provar a corrupção entre a Indústria Farmacêutica e a OMS

O deputado da Duma Russa, Igor Barinov, apelou para a Rússia se retirar da OMS se uma investigação sobre o alegado acordo entre a OMS e as empresas farmacêuticas sobre o escândalo da gripe suína provar ser exacto, de acordo com relatos sa imprensa europeia.

Igor Barinov, Membro da Comissão do Parlamento do Estado (Duma) nas acusações de corrupção, disse que era preciso haver uma investigação para apurar se os especialistas de aconselhamento  receberam dinheiro da indústria farmacêutica e se isso influenciou a OMS a declarar uma pandemia de nível 6 de emergência pela primeira vez em 40 anos, apesar do fato de que a gripe não ser letal, nem se espalhar rapidamente.

Jornalistas dinamarqueses que forneceram “informações” concluiram que a gripe pode ser o maior caso de corrupção da nossa era, após analisarem as ligações entre os especialistas da OMS e as empresas farmacêuticas.

A OMS recomendou a compra do controverso Tamilfu suíço Roche, a despeito de evidência que a droga causa efeitos colaterais graves.   O ministério ucraniano para a saúde comprarou grandes estoques em excessivo de Tamiflu.

Nós certamente devemos levar a cabo uma investigação minuciosa antes de tomar qualquer decisão “,declarou  Barinov na sexta-feira aos jornalistas.

“Se a informação for confirmada, vamos ter de colocar a questão de saber se faz sentido para a Rússia pertencer a OMS, e suspender a nossa participação . se necessário “.

Rússia gastou mais de 4 bilhões de rublos até agora com gripe suína.

Barinov sugeriu que o chefe de investigação da OMS, o representante russo na organização, o membro do comitê executivo da OMS, Vladimir Starodoubov.

“Ninguém põe em causa os serviços prestados no século 20 pela OMS na luta contra a malária, a sida, mas hoje deve-se perguntar se essa organização não é atingida  pelo vírus da corrupção, e até que ponto estas recomendações são fundadas, até que ponto podemos nós confiar  “, disse Barinov.

O director do Programa Nacional de Vigilância Sanitária do Instituto russo Guennadi Onichtchenko disse na reunião com o Procurador-Geral da Federação da Rússia para a legislação na área farmacêutica que a luta contra a gripe suína no mundo tem as características de uma parcela.

Há também evidências de que foi fundamental na difusão da Aids.

Google Translate(28 November 2009)

http://translate.google.com/translate?hl=en&langpair=en|pt&u=http://www.theflucase.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2100:russia-could-withdraw-from-who-over-swine-flu-corruption&catid=41:highlighted-news&Itemid=105&lang=en

http://snipurl.com/tglv5

Energia e guerra pelo controlo da Eurásia

06-Jun-2009 Símbolo do lançamento do pipeline entre o Turquemenistão e a ChinaUm imenso campo de batalha pela energia estende-se desde o Irão até ao Oceano Pacífico. É lá que a Guerra Líquida pelo controlo da Eurásia tem lugar”, salienta o jornalista Pepe Escobar, autor deste artigo publicado no site alternet.org. Devido à sua extensão o artigo será publicado em três partes.

Condustão”1: Tudo o que Precisa de Saber sobre Petróleo, Gás, Rússia, China, Irão, Afeganistão e Obama (parte I)

À medida que Barack Obama entra nos seus segundos cem dias como presidente, vejamos o enquadramento, a última conspiração, a pressa tumultuosa em direcção a uma ordem mundial nova e policêntrica. Nos seus primeiros cem dias, a presidência de Obama introduziu uma nova sigla, OCE – Operações de Continência Extraterritoriais (em inglês: OCO para Overseas Contigency Operations), anteriormente conhecidas por Guerra Global Contra o Terrorismo (GGCT). Use-se um ou outro nome, ou qualquer outra coisa, do que realmente se está a falar é sobre o que está a acontecer no imenso campo de batalha pela energia que se estende desde o Irão até ao Oceano Pacífico. É lá que a Guerra Líquida pelo controlo da Eurásia tem lugar.

Sim, tudo se resume ao ouro negro e ao “ouro azul” (gás natural), riquezas de hidrocarbono sem comparação e, portanto, é tempo de voltar atrás neste paraíso infinito que se pode designar por “Condustão”. É tempo de limpar o pó às siglas, especialmente à OCX ou Organização Cooperativa de Xangai, a resposta asiática à NATO, e aprender algumas novas como IPI e TAPI. Acima de tudo, é tempo de conhecer as mais recentes manobras no tabuleiro de xadrez gigante que é a Eurásia e no qual Washington quer ser o jogador crucial ou até dominante.

Já vimos guerras de “condustão” no Kosovo e na Geórgia e seguimos o principal sistema de condutas de Washington, o BTC, que deveria desviar o fluxo de energia para Oeste, obrigando o curso de petróleo a passar ao lado do Irão e da Rússia. Contudo, as coisas não resultaram, mas temos de continuar pois o Novo Grande Jogo nunca pára. Agora é tempo de agarrar aquilo que define a Grelha Asiática de Segurança Energética, é tempo de visitar uma república surreal de gás natural e perceber porque é que esta grelha está tão envolvida na guerra do Afeganistão – Paquistão (Af-Pak).

Todas as vezes que visitei o Irão, os analistas energéticos sublinham a “interdependência total da geo-ecopolíticas da Ásia e do Golfo Pérsico.” Isto define a importância de várias e grandes potências da integração asiática através da crescente massa de condutas de energia que um dia, inevitavelmente, vão ligar o Golfo Pérsico, a Ásia Central, a Ásia do Sul, a Rússia e a China. O maior trunfo iraniano perante a integração asiática está no campo gigantesco de gás natural South Pars (que está dividido entre o Irão e o Qatar). Estima-se que possua pelo menos 9% das reservas mundiais de gás natural.

Tanto quanto mais Washington possa viver em negação perpétua, a Rússia e o Irão controlarão cerca de 20% das reservas mundiais de petróleo e 50% das reservas mundiais de gás natural. Pense-se nisto por um momento. É então fácil de perceber que, para os líderes de ambos os países assim como para a China, a ideia da integração asiática, da Grelha, seja sacrossanta.

Se alguma vez for construído, o maior nó nesta Grelha será com certeza a linha de condutas Irão-Paquistão-Índia (IPI), também conhecido por “condutas da paz,”que valem 7,6 mil milhões de dólares. Depois de anos disputa, em 2008 iniciou-se um acordo quase miraculoso para a sua construção. Pelo menos neste caso, tanto o Paquistão como a Índia deviam permanecer ombro a ombro para rejeitar a pressão incansável por parte da Administração Bush no sentido de não aceitarem o acordo.

Não podia ser de outra forma. O Paquistão é energeticamente pobre e um cliente desesperado da Grelha. Há um ano atrás, num discurso na Universidade Tsinghua em Pequim, o então Presidente Musharraf fez tudo excepto implorar à China para investir nas condutas que ligariam o Golfo Pérsico e o Paquistão ao Extremo Ocidente chinês. Se isto acontecesse, ajudaria a transformar o Paquistão de um Estado quase falhado para um poderoso “corredor de energia” para o Médio Oriente. Se se pensar na linha de condutas como um cordão umbilical, não é necessário dizer que o IPI, mais do que qualquer ajuda dos EUA (ou direito de interferência), seria um passo em frente no caminho da estabilização do Paquistão dentro do teatro de operações da Guerra Af-Pak de Obama e, possivelmente, seria também um alívio na sua obsessão em relação à Índia.

Se o destino do Paquistão reside nesta questão, o do Irão reside noutra. Embora actualmente possua apenas o estatuto de “observador” na OCX, mais cedo ou mais tarde tornar-se-á membro e poderá gozar do estilo NATO, ou seja, a protecção de “um ataque contra um de nós é um ataque contra todos nós”. Imagine, então, as consequências catastróficas de um ataque preventivo de Israel (apoiado ou não pelos EUA) às estruturas nucleares do Irão. A OCX vai começar a trabalhar sobre este problema na sua próxima Cimeira em Junho, em Iekaterinburgo, Rússia.

As relações do Irão com Rússia e com a China são excelentes e continuarão assim não obstante o presidente iraniano que for eleito no próximo mês. A China precisa desesperadamente do gás e do petróleo iranianos, já conseguiu o “acordo do século” de 100 mil milhões de dólares sobre o gás e tem toneladas de armas e bens de consumo baratos para vender. Não menos próxima do Irão, a Rússia quer vender-lhes ainda mais armas assim como tecnologia para a energia nuclear.

E depois, ao movimentarmo-nos para Este da Grelha, encontramos o Turquemenistão, localizado na Ásia Central e que, ao contrário do Irão, pode nunca ter ouvido falar. Vamos corrigir isso agora.

Gurbanguly é o homem

O rei-sol do Turquemenistão, o manhoso e louco Saparmurat “Turkmenbashi” Nyazov, “o pai de todos os turquemenos” (descendentes de uma raça formidável de cavaleiros nómadas que atacavam as caravanas da Rota da Seda) está morto mas longe de ser esquecido.

Os chineses eram grandes entusiastas de Turkmenbashi. E o entusiasmo era recíproco. Uma razão fundamental para que os asiáticos centrais gostassem tanto de negociar com a China é o facto de o Reino do Meio trazer pouca bagagem imperial, ao contrário da Rússia e dos EUA. E claro, a China nunca vai pressionar ninguém sobre os direitos humanos ou fomentar uma revolução de cor de espécie alguma.

Os chineses já começaram a pressionar com sucesso o novo presidente turquemeno, o espectacularmente chamado Gurbanguly Berdymukhamedov, para acelerar a construção da mãe de todas as condutas. Este corredor do “condustão” Turquemeno-Cazaque-Chinês que vai desde o Este do Turquemenistão até à província chinesa de Guangdong, será a mais longa e a mais cara linha de condutas do mundo: 7 mil km de canos de aço com o assombroso custo de 26 mil milhões de dólares. Em 2007, quando a China assinou o acordo para a sua construção, asseguraram-se que seria adicionada uma questão geopolítica muito astuta. O acordo afirma explicitamente que os “interesses chineses” não serão “ameaçados a partir do território (do Turquemenistão) por terceiras partes.” Traduzindo, não serão permitidas bases do Pentágono neste país.

Eurásia

A hábil diplomacia energética da China em relação às Ex-Repúblicas Soviéticas da Ásia Central é uma vitória. No caso do Turquemenistão, são oferecidos negócios lucrativos e as parcerias com a Rússia são encorajadas para aumentar a produção de gás. Não existem antagonismos entre a Rússia e a China pois é conveniente serem os principais parceiros na OCX porque a história da Grelha Asiática de Segurança Energética é verdadeiramente sobre eles.

Já agora, por toda a Grelha, estes dois países concordaram recentemente em estender o oleoduto que vai do Este da Sibéria ao Oceano Pacífico até à China, até finais de 2010 pois a China precisa não apenas do gás turquemeno mas do gás natural líquido russo (GNL).

Com os preços baixos e a economia global a regredir, os tempos são duros para o Kremlin, pelo menos até 2010, mas este facto não influenciará negativamente a sua pressão no sentido de se formar um clube central asiático de energia dentro da OCX. Pense-se nisto como uma entente cordiale com a China. Ivan Materov, o Ministro da Energia e Adjunto da Indústria, tem sido daqueles que insiste que isto não conduzirá a uma “OPEP do gás” dentro da OCX. Fica para observar como é que a equipa de segurança nacional de Obama decide contra-atacar a estratégia russa, bem sucedida, para minar através de todos os meios um corredor de energia promovido pelos EUA via Mar Cáspio, enquanto que a consolidação de um “condustão” que se estende desde o Cazaquistão até à Grécia, controlará o fluxo de energia para a Europa Ocidental.

Tradução de Sofia Gomes para esquerda.net

Siglas usadas no artigo:

Af-Pak: Afeganistão-Paquistão

BTC: Conduta Baku-Tblisi-Ceyhan

CTA: Conduta Trans-Afegã

Grelha: Grelha Asiática de Segurança Energética

IPI: Irão-Paquistão-Índia

OCX: Organização Cooperativa de Xangai

TAPI: Turquemenistão-Afeganistão-Paquistão-Índia

1 Tradução da expressão em inglês, original no artigo, “Pipeline-istan” que junta a palavra “pipeline” com o sufixo “istan” (de palavras como Pakistan, Afghanistan…). “Condustão” é a junção da palavra conduta com o sufixo “stão” (de palavras como Paquistão, Afeganistão…).

Fonte: Esquerda.net

Deixa-me rir, Uauuauauau

Bush acusa Rússia de ter violado Carta da ONU ao entrar na Geórgia

O Presidente norte-americano, George W. Bush, acusou hoje a Rússia de ter violado a Carta das Nações Unidas, nomeadamente a “igualdade de direitos dos Estados”, ao ter entrado na Geórgia no mês passado.

in Público

Deixa-me rir, uauauauauauauau

A carta das Nações Unidas só serve ao Bush quando lhe interessa. Quando invadiu o Iraque não se lembrou dessa famosa carta, quando promove golpes de Estado essa carta é inexistente, e quando ocupa o Afeganistão para dominar a produção de ópio a carta também não existe.

A geórgia não invadiu nada! Foi tudo ilusão nossa e dos Russos. Os Pobres coitados é que foram invadidos.

Bela Hipócrisia, Velhacos, Carniceiros, que vivem pela calada da noite ocupando e comendo o que não é deles. Este Neoliberalismo só existe pela confrontação, pela ganância na ocupação e usurpação do que não lhes pertence de modo a obter lucro e espezinhando populações inteiras até à sua escravidão.

Só quem é parvo,estúpido , idiota ou escravo é que vai nesta velha cantiga….

À beira de uma nova Guerra com o apoio de Sarah Palin “White Trash”

Presidente russo diz que NATO “provocou” o conflito no Cáucaso

in Público

Nada mais verdade e que todos já sabemos. A NATO, os ISRAELITAS e os Estados Unidos fabricaram este conflito, com o objectivo de alargar a base de influência da NATO e Estados Unidos, devido aos recursos económicos naquela zona do Cáucaso. Só tiveram a “agradável” surpresa de os Russos terem reagido demasiado depressa.

Para que serve a NATO?

A Nato é a força armada americana na Europa, que pretende defender ou pretendia defendia da ameaça comunista…hoje em dia, a Europa não tem força armada que consiga resistir à Rússia, devido às imposições Americanas após a segunda guerra mundial. A Europa ficou refém de todos os planos americanos e hoje em dia é um “boneco” sem estrutura para contrabalançar a força dos Estados Unidos e ter a sua própria actuação. Como fonte de decisão desapareceu.

Temos visto as inúmeras viajens da senhora da Morte à Europa num esforço de consertar forças e ideias, ideias do Clube de Bilderberg, que pretendem a toda a força provocar uma nova guerra, manipulando as pessoas através dos políticos europeus e dos média. A verdade está ameaçada. E mais ameaçada fica com a suposta eleição de Sarah Palin ” White Trash” que já declarou publicamente guerra à Rússia.

Sarah Palin Wants War With Russia! 9-11-08 she got to be a victim of mind control

Não podemos também esquecer que já foi autorizado o ataque pelos Israelitas ao Irão por parte da Administração Bush. Sarah Palin “White Trash” segue o mesmo caminho e as mesmas ideias, sendo mais perigosa que o candidato à Presidência dos Estados Unidos:

Michael Moore: Sarah Palin is an extremist when you find out about her!   http://www.tinyurl.com/allaboutpalin

Partimos assim, para o final deste ano com nuvens negras acerca do futuro da humanidade. esperemos que ela continue a existir e que as nuvens negras desapareçam…

Não nasceu do ventre de uma mulher, mas do demónio…

O Ditador Georgiano Misha-Kolya Saakashvili (aka Ssukashvili, aka Ssakashvili) “come” ou dá dentadas na sua gravata em frente às câmaras depois da invasão à Ossétia do Sul pelas tropas de Geórgia  com o intuito de eliminar perto de 1,500 vidas de Ossétianos civis – Mulheres,idosos e crianças na recente invasão à Ossétia do Sul. Ouçam as entrevistas cuidadosamente pois os próprios Georgianos acusam o Presidente de não ser filho de mulher mas sim do Demónio.

Ssakashvili come a sua Gravata em directo

Ou versão curta


EUA formaram tropas especiais georgianas

Notícia do “Financial Times”
EUA formaram tropas especiais georgianas antes de ofensiva na Ossétia 
06.09.2008 – 13h49 Lusa

O exército norte-americano deu treino de combate a 80 comandos das forças especiais georgianas meses antes de a Geórgia lançar a ofensiva armada na Ossétia do Sul, em Agosto, noticia hoje o jornal britânico “Financial Times”.

O jornal, que teve acesso a documentos e entrevistas com responsáveis de formação militar dos Estados Unidos, garante que esta acção pode ter motivado as acusações do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, que recentemente acusou Washington de ter armado e dado formação ao exército georgiano.

O treino foi ministrado por oficiais norte-americanos e por militares contratados às empresas de segurança MPRI e American Systems, ambas com sede na Virgínia.

In Público

Uma parte da verdade apareceu no “Finacial Times”. Os Estados Unidos criram e deram formação militar a forças especiais Geórgianas antes da invasão da Ossétia do Sul e da Abkhásia. A mão dos estados Unidos neste conflito é evidente, clara e límpida. Os estados Unidos programaram, planearam com o Governo da Geórgia a invasão de duas Repúblicas Independentes com o intuito de alargarem o seu raio de acção e influencia no Cáucaso. Estes são os culpados pela crise humanitária no Cáucaso e deveriam ser julgados por crimes contra a Humanidade…Bush ,Bush é um deles.

A União Europeia e Estados Unidos Recuam!

Cimeira em Avignon
UE pede inquérito sobre conflito no Cáucaso
05.09.2008 – 18h08 Reuters

A Alemanha e Itália, entre outros estados da União Europeia, pediram hoje a abertura de um inquérito para apurar culpas em relação ao episódio da Ossétia do sul, que opõe a Geórgia e a Rússia. Para estes países só assim a UE poderá reforçar os laços com os dois países.Peter Mandelson, comissário europeu do comércio externo, avançou hoje que não é justo punir Moscovo bloqueando a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio, a OMC, frisando que o que convém à UE é ao reforço dos laços com a Rússia a longo termo.Apesar de terem estado em cima da mesa, tanto a UE como os EUA recuaram na imposição de sanções contra a Rússia por esta ter enviado forças armadas para impedir a Geórgia de retomar terreno no território separatista da Ossétia, reacção que foi classificada de desproporcionada.

In Público

Curiosa a reacção da Europa e dos estados Unidos. depois de tantas ameaças à Rússia devido á sua intervenção no Cáucaso, nomeadamente no conflito entre a Geórgia e a Ossétia do Sul.

Julgo que a posição de força da Rússia ao apontar o seu armamento bélico de precisão contra a Polónia que acabou de assinar um tratado com os estados unidos para a instalação de um escudo “ofensivo”, terá estado no volte face das suas posições contra a Rússia.

Por outro lado a Europa e os Estados Unidos podem já estar a pensar no que poderá acontecer à Ucrânia e nomeadamente à Crimeia, onde a existência de cidadãos russos e o facto de a Rússia a reclamar para si, poderá por passo falso da U.E. e U.S.A a uma invasão.

A U.E. e os U.S.A. já não jogam este xadrez sozinhos, estão muito bem acompanhados…

Por fim, fosse esta cimeira de condenação à Rússia, e seria motivo de manchete, mas como é um recuo da União Europeia e dos Estados Unidos tem de passar desapercebido…

Uma nota: O twingly do Público começou desde ontem a não aceitar os comentários deste blogue. Há uma enorme dificuldade em conseguir que o twingly insira este blogue nos seus links.

O Vesgo

Adepto incondicional

Georgia

«Cavaco apoia Geórgia

O presidente da República mostrou-se, terça-feira, satisfeito com o resultado do Conselho Europeu sobre a crise União Europeia-Rússia. E demonstrou que na política externa está em completa sintonia com o Governo.

Na Polónia, de onde segue amanhã para a Eslováquia, Cavaco Silva afirmou que “Portugal se revê de forma muito forte nas conclusões do Conselho Europeu” e defendeu a rápida entrada em vigor do Tratado de Lisboa para que a Europa seja “mais ouvida na cena internacional, nomeadamente por parte da Rússia“.»


Depois da Rússia Soviética agora é a Rússia Capitalista. Uma Europa que apoia a Independência do Kosovo, mas recusa a das regiões da Geórgia que referendaram por 99% o seu desejo de independência. Voltarão a virar a casaca que for uma região da Federação Russa a declarar a independência e de novo ainda se a coisa acontecer na Ucrânia. Claro que o Sr. Silva não apoia nem deixa de apoiar nada, faz aquilo que a União Europeia lhe diz para fazer e ainda arranja tempo para fazer propaganda a um Tratado de Lisboa que, pelas regras que a própria União Europeia escreveu, devia estar morto e enterrado. Nada como haver um inimigo externo, um lobo mau para vender aos povos aquilo que não querem comprar.


Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

A Nova Guerra

Em retaliação contra instalação de escudo antimíssil norte-americano
Rússia instala armas de precisão na fronteira com a Polónia 
04.09.2008 – 19h52 Reuters

A Rússia vai instalar armas de precisão na fronteira com a Polónia, anunciou o presidente do Comité de Defesa do parlamento russo, Viktor Zavarzine. A decisão de Moscovo surge depois da Polónia ter autorizado os Estados Unidos a instalarem o escudo antimíssil em território polaco.

“Temos um novo arsenal bélico e decidimos instalá-lo perto da fronteira com a Polónia”, onde serão instalados os mísseis de intercepção norte-americanos”, disse Zavarzine que não precisou que tipo de armamento vai ser instalado.

In Público

Parece que os Russos irão responder ao Escudo Americano com a instalação de arsenal bélico de precisão.

A vontade e a ambição de uma Nato e de um Estados Unidos que rebocam uma União Europeia para um início de uma Guerra Fria, ou de uma nova Guerra. Os senhores do Mundo de Bilderberg não podem viver sem ameaçar outros Países ou sem os levar para a sua área de influência.

Bem Vindos ao admirável mundo novo da Nova Ordem Mundial (NWO).

Basta de Mentiras e Hipócrisias da Nato e seus aliados

Independência da Ossétia e da Abkházia: NATO pede a Moscovo que reveja a sua decisão

A NATO apelou hoje à Rússia que “reveja a sua decisão” de reconhecer a independência da Abkházia e da Ossétia do Sul, de acordo com um comunicado da Aliança Atlântica hoje tornado público.

In Público

Como sempre, os senhores da Nova Ordem Mundial, pensam que todos têm de se ajoelhar perante Bush e a Nato.

Gostaria que me explicassem o que faziam os Conselheiros Militares da Nato, Israelitas e Norte Americanos na Geórgia quando se deu o ataque à Ossétia do Sul?

Esta Invasão e limpeza étnica por parte da Geórgia e dos seus aliados, USA, NATO e Europa foi planeada, só não contavam com a resposta Russa.

Com a Independência do Kosovo abriu-se um precedente, que Putin bem avisou o Ocidente. No entanto este Ocidente só tem olhos para a sua ambição militar, estratégica e Geopolítica de domínio, alastrando-se como uma praga pelo mundo.

Se Kosovo é Independente, a mesma LEI que permitiu deve-se por uma questão de igualdade e de Honra aplicar-se à Ossétia do Sul e à Abkhazia.

A Rússia por seu lado afirma que não tem medo de uma nova Guerra Fria.

Os Barões deste Mundo não podem viver sem Guerras, sem pessoas a viver com fome, com doenças, desde que esses Barões continuem a Tentar Governar o Mundo. Eles só governam se nós os deixarmos, pois somos nós que temos o poder para dizer: BASTA.

A Nato é um pau mandado dos Estados Unidos

O deputado russo considera que os Estados Unidos cometem um “erro terrível” ao reconhecer a independência do Kosovo. “No fundo, Tahci (líder do Kosovo) não é muito diferente de Bin Laden. Os americanos alimentaram esse terrorista e agora ele faz explodir as suas casas. Tahci será mais um Bin Laden” – concluiu Markov.

In Da Rússia

O G7 e o G8 são dominados pelos Estados Unidos. Não admira a tomada de posição, Afinal os restantes Países deste grupo são dominados e “escravos” das decisões do governo americano.

Gerhard Schröder – O fim da América unipolar

Gerhard Schröder – O fim da América unipolar

Erros graves do Ocidente

O antigo chanceler alemão Gerhard Schröder discute a guerra do Cáucaso, a possibilidade de a Alemanha se tornar um intermediário do conflito e a sua confiança no papel construtivo da Rússia.

SPIEGEL: Senhor Schröder, de quem é a erro na guerra do Cáucaso?


Gerhard Schröder: As hostilidades têm certamente as suas causas históricas e este conflito também tem os seus precedentes históricos. Porém, quem tornou o conflito num conflito armado foi a Geórgia ao invadir a Ossétia do Sul, é bom não escamotear.


SPIEGEL: Não reconhece parte da culpa do lado de Moscovo, uma resposta desproporcionada dos militares russos?

Gerhard Schröder: Isso é algo que não posso nem quero julgar. Os conflitos militares desenvolvem a sua própria dinâmica. O ponto essencial agora é todas as partes tirarem partido do plano de seis pontos apresentado pelo presidente francês.


SPIEGEL: Acredita que os conselheiros militares americanos estacionados em Tbilisi encorajaram a Geórgia a lançar-se ao ataque?

Gerhard Schröder: Não iria tão longe. Mas sabemos todos que estes conselheiros militares existem na Geórgia – um destacamento que nunca considerei especialmente inteligente. Seria bastante estranho se esses peritos não possuissem qualquer informação. Só se compreenderia se fossem profissionais extremamente medíocres ou completamente loucos o que, em qualquer caso, é difícil imaginar.


SPIEGEL: O Governo dos Estados Unidos da América (EUA) reclama que advertiu o Presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, contra a iniciativa do ataque. No entanto, não terão sido os acontecimentos demasiado convenientes para os propósitos do Primeiro Ministro Vladimir Putin?

Gerhard Schröder: Isso são especulações nas quais não desejaria participar. Assumo que ninguém, entre os líderes de Moscovo, tem interesse na confrontação militar. Há suficientes problemas internos na Rússia que são urgentes resolver. Por exemplo, a corrupção e o abuso de autoridade têm que ser enfrentados. A Rússia está cheia de dificiências, uma questão que já levantei por diversas vezes. O Presidente Dimitri Medvedev e o Primeiro Ministro Putin estão neste momento ocupados com estes problemas – conjuntamente, diga-se a propósito, e não em competição entre eles, como por vezes é referido pelo jornalismo sensacionalista.


SPIEGEL: Talvez assim seja, mas há algo que está agora em jogo: a Rússia nunca suplantou a perda do seu estatuto de superpotência e, em anos recentes, sentiu-se acossada e humilhada pela NATO. Durante a guerra nos Balcãs, durante a invasão ao Iraque pela “Coligação dos Desejosos” sob a liderança de Washington, ainda durante a declaração da independência do Kosovo…

Gerhard Schröder: … não esqueça o desenvolvimento do sistema de mísseis defensivos na Polónia e na República Checa…


SPIEGEL: … o Kremlin foi forçado a permanecer como espectador. É ou não possível que, após um reforço económico e militar, Moscovo veja no amigo dos EUA Saakasvili a melhor oportunidade para retaliar sobre o Ocidente? E que Putin tente afirmar as suas aspirações imperiais?

Gerhard Schröder: Na minha opinião, há certamente graves erros cometidos pelo Ocidente na sua política de relacionamento com a Rússia. Podemos encontrar alguma ligação entre esses factos e a recente resposta da Rússia à provocação da Geórgia? Penso que é errado confundir as duas coisas.


SPIEGEL: Não partilha o receio sentido por muitos no Ocidente de um novo surto de “ameaça russa”?

Gerhard Schröder: Não, de todo. Há uma percepção sobre a Rússia no Ocidente que tem pouco a ver com a realidade.


SPIEGEL: Pode dar-se o caso de o duo de liderança altamente confiante de Moscovo sentir que o Ocidente precisa da Rússia mais do que a Rússia precisa do Ocidente?

Gerhard Schröder: A dependência é recíproca. Não existe uma só, entre as questões críticas da política mundial ou da economia global que possa ser resolvida sem a Rússia – tal é o caso do conflito nuclear com o Irão, tal é o caso da questão Norte-Coreana e certamente também o advento da paz no Médio-Oriente. Tal como o conjunto de problemas do clima, apenas pode ser resolvido à escala universal. Por acaso, Moscovo ratificou o Protocolo de Kioto para lutar contra o aquecimento global, enquanto nós continuamos à espera que Washington o faça. E quanto à política energética, só sonhadores podem convencer-se de que a Europa Ocidental pode tornar-se independente do petróleo e do gás natural da Rússia. Por outro lado, a Rússia precisa de cliente fieis para as suas exportações de energia.


SPIEGEL: Não vê, então, razões – face à dureza das acções no Cáucaso – para cancelar a “parceria estratégica” germano-russa ou, pelo menos, suspendê-la?

Gerhard Schröder: Não. Não vejo porque deveríamos desperdiçar essa parceria devido à Geórgia. A dependência mútua também cria segurança mútua. Também me oponho ao criticismo dirigido aos investimentos na Alemanha. Qual o problema do Sr Alexei Mordashov investir numa empresa de turismo (TUI), do Sr Oleg Deripaska possuir 10% da empresa de construção Hoshtief ou de outro oligarca possuir uma participação do capital de uma empresa de modas Escada? Eu preferiria ver mais, não menos, investimentos na economia alemã. Falando historicamente, esta integração económica já demonstrou ser politicamente benéfica.


SPIEGEL: Agora parece estar a repetir o antigo Secretário de Estado americano Henry Kissinger. Sempre pensou dessa forma?

Gerhard Schröder: Claro que não enquanto pertenci às Juventudes Socialistas. Só que, desde essa data e até agora, envolvi-me profissionalmente na política externa e fui Chanceler. Esta abordagem prática ganhou a minha preferência – e é certemente a mais razoável para mim.


SPIEGEL: Com todo respeito pelo frio adepto da real-politic: Será que não temos que desenhar uma linha a vermelho agora, uma linha que Moscovo não pode atravessar caso queira continuar a participar nas instituições internacionais ou manter-se como parceiro do Ocidente? Retirada imediata das suas tropas da Geórgia, por exemplo, e reconhecimento da sua integridade territorial, tal como exigiu veementemente a Secretária de Estado Rice?

Gerhard Schröder: Não acredito que a Rússia prossiga uma política de anexação. Tal como não acredito que possamos regressar à situação anterior na Ossétia do Sul ou na Abecázia. Está fora de questão. Do meu ponto de vista, isto tem menos a ver com o suposto expansionismo russo que com os desejos da população.


SPIEGEL: Deveria a Alemanha participar numa força militar de manutenção da paz no Cáucaso?

Gerhard Schröder: O Ministro alemão dos Negócios Estrangeiros está, desde há muito tempo, envolvido nos esforços para uma solução política sob o manto da diplomacia e foi astuto ao afirmar que, se a Organização para a Segurança e Cooperação Europeia (OSCE) tiver que jogar um papel de coordenação entre as partes em conflito, a Alemanha não poderia deixar de se envolver. Se, contudo, se tratar de uma missão sem consentimento da Rússia, eu não quero ver soldados alemães estacionados por lá. Isto é apenas uma questão que se depreende da nossa história partilhada.


SPIEGEL: Tem a Geórgia um lugar na NATO?

Gerhard Schröder: Pensava que o governo alemão – e curvo-me a cumprimentar a Sra Merkel e o Sr Steinmeier a este respeito – juntamente com o governo francês, tinham tomado a decisão certa durante a Cimeira da NATO em Bucareste, em Abril…


SPIEGEL: … porque se oposeram à intenção americana e da Europa de Leste de aceitar rapidamente a Geórgia e Ucrânia, disfarçando a recusa num amontoado de promessas vagas?

Gerhard Schröder: Imagine que estivéssemos obrigados a intervir pela força militar à conta da Geórgia, por ser membro da NATO, à conta de um batoteiro evidente, que é a maneira correcta de nos referirmos a Saakashvili. A Geórgia e a Ucrânia devem primeiro resolver os seus problemas políticos domésticos e estão ainda muito longe de consegui-lo. Considero as hipóteses de a Geórgia ascender a membro ainda mais remotas, como consequência dos recentes acontecimentos no Cáucaso e, como tal, sigo com bastante dificuldade as promessas estridentes feitas nesse sentido pelo Secretário Geral da NATO há poucos dias.


SPIEGEL: O candidato presidencial republicano dos EUA, John McCain, acompanhou-o ao declarar: “Hoje, somos todos georgianos”.

Gerhard Schröder: Eu não sou.


SPIEGEL: Robert Kagan, um ídolo dos neoconservadores e ainda um pensador influente da política externa entre os republicanos, definiu o dia da invasão da Geórgia pela Rússia como o início de um conflito territorial renovado entre as maiores potências e “como um ponto de viragem não menos significativo que o 9 de Novembro de 1989, quando caiu o muro de Berlim”.

Gerhard Schröder: Li isso, mas nada significam para mim. Kagan, bem vistas as coisas, foi um dos homens que mais defendeu a intervenção no Iraque. As consequências não foram agradáveis, nem para a América, nem para a Europa. Talvez devamos apenas ignorar o seu conselho.


SPIEGEL: Num artigo no “Die Zeit” há poucas semanas, escreveu que a “fase de transição do domínio americano” está agora a chegar ao fim. O que quiz dizer exactamante com isso? Será que conduz automaticamente a um mundo multipolar e melhor?

Gerhard Schröder: O fim da América unipolar não é evidente apenas pela emergência de um candidato presidencial democrata, Obama, mas também nas políticas de pensamento racional dos republicanos. Se ler o relatório não-partidário Baker-Hamilton sobre o futuro do Iraque, ser-lhe-á fácil reconhecer aí que o próximo presidente dos EUA terá muitas dificuldades em agir de outra maneira que num modo multipolar – quaisquer que sejam as declarações que um ou outro político faça nas campanhas.


SPIEGEL: Qualquer que seja o próximo homem responsável pela Casa Branca, Obama ou McCain?

Gerhard Schröder: Claro que isso fará diferença. Creio, no entanto, que até uma administração republicana, que não desejo, não conseguirá evitar ter que retomar uma abordagem multipolar, ganhar aliados e trabalhar em conjunto nas instituições internacionais. Aparentemente, os que estão em Washington já perceberam que é possível ganhar uma guerra sozinho, mas não a paz.


SPIEGEL: Que papel desempenhará a Europa nesse mundo multipolar? Não haverá uma clivagem profunda entre países como a Alemenha, a França e a Itália, que não desejam, especialmente agora, permitir que a cooperação com a Rússia chegue ao fim e os países Bálticos, a Polónia e a República Checa, caracterizados pelo medo da Rússia?

Gerhard Schröder: O processo da unificação europeia nas questões de política externa e de segurança não se tornou mais fácil desde que saí da Chancelaria em 2005. Isto tem também a ver com a integração dos novos estados. Este processo de unificação deve ser entendido como uma oportunidade histórica, ainda que haja um preço a pagar.


SPIEGEL: Está a arrastar-se.

Gerhard Schröder: Esse é exactamente o preço. A Europa só poderá jogar um papel a sério no contexto entre a América, por um lado, e a Ásia, por outro, se conseguir estabelecer e manter fortes relações com a Rússia. Vejo a Rússia como parte da Europa, mais do que parte de qualquer outra constelação.


SPIEGEL: E será que a Rússia se revê da mesma maneira?

Gerhard Schröder: Pelo menos esta é a maneira como a actual liderança a vê. E nós, na Alemanha e na Europa, devemos interpretar isso como uma oportunidade. A Rússia tem a alternativa asiática, mas a Europa não. Além disso, esta constelação não passa necessariamente por um afastamento da Europa relativamente aos EUA.


SPIEGEL: Isso parece muito optimista. Não vislumbra um reinício da Guerra Fria no horizonte?

Gerhard Schröder: Não. Pelo menos não seria do interesse da liderança russa. Sou totalmente contra a demonização da Rússia. E acredito que Moscovo reconhecerá cedo a mecessidade de, uma vez mais, integrar-se mais fortemente na comunidade internacional.


SPIEGEL: E Washington tratará de não castigar os líderes do Kremlin e de não expulsar a Rússia das organizações como o G-8?

Gerhard Schröder: Essa visão estreita, que McCain por exemplo sustenta, não prevalecerá – é o que desejo e espero.


SPIEGEL: Fala como antigo Chanceler ou como funcionário da empresa estatal Gazpron?

Gerhard Schröder: O SPIEGEL não deveria participar na difusão de falsas informações. Não sou um empregado qualquer, antes o Presidente da Comissão de Accionistas da Nord Stream, um consórcio holandês, alemão e russo, cujo único objectivo é construir um gasoduto através do Mar Báltico que tornará o fornecimento de gás à Alemanha e a Europa significativamente mais seguro.


SPIEGEL: Sr Schröder, agradecemos esta entrevista.

Entrevista de Gerhard Schröder ao Der Spiegel

publicada em 18 de Agosto de 2008

António Chaves Ferrão em Ferrão.org

Os Eixos

Neste planeta onde vivemos, sempre ouvimos falar do Bem e do Mal, de Deus e do Diabo. Agora mais recentemente um grupo de dirigentes auto proclamou uma Guerra contra o Eixo de Mal, Deste modo partem do pressuposto que eles fazem parte do Eixo do Bem. Este Eixo do Bem, tem à sua frente a dirigir os destinos O Governo dos Estados Unidos na pessoa de George Bush, que expandiu a sua força e  levou para a sua zona de influência a Europa Ocidental e também se expande para o Leste – antigos Países dominados pela antiga União Soviética. A NATO faz parte integrante deste famoso Eixo do Bem, cujas orientações e decisões são ditadas pelo Governo dos Estados Unidos.

Deste modo temos o Mundo dividido entre o Bem e o Mal, já não sob a capa da Religião, mas sob a capa da Política. Este Eixo de Bem apoiou a invasão o Iraque e Afeganistão, onde permanecem e ninguém lhes propõe sanções pela destruição da infra estrutura Iraquiana, nem pelas mortes, mutilados e órfãos de Iraquianos. A Nato como parte integrante deste Eixo do Bem tem tropas no Afeganistão a lutar pretensamente contra a Al Quaida na procura de Bin Laden.

A destruição da Sérvia por este Eixo também foi realizada e ninguém se dignou a impor sanções económicas e o seu isolamento mundial.

Há uma lei Justificada e aplicada por este Eixo de Bem, cujas premissas já não são aplicadas a quem não lhe pertence . Essa Lei que se auto justifica e que se aplica é a chamada Nova Ordem Mundial, conduzida pelos estados Unidos e Grâ Bretanha, no domínio do Mundo.

QUando Condoleeza Rice fala e diz o que todos já ouvimos, temos a tendência para nos esquecermos que as justificações dadas contra a Rússia nunca foram implementadas contra os Estados Unidos pela Invasão do Iraque e Afeganistão. A tentativa de fazer passar a imagem de que foi a Rússia que destruiu a Ossétia do Sul, que invadiu a Geórgia e que se recusa a retirar as suas tropas, fáz parte do plano de manipular as ideias das pessoas, ao culpar a Rússia e apagando a ideia e o facto de que esta Guerra no Cáucaso foi originada pelo Governo da Geórgia. Ao governo da Geórgia os estados Unidos nunca o condenaram pelo ataque à Ossétia do Sul, nem retiraram o seu aopoio, única e simplesmente pelo facto de o ataque ter sido orquestrado e planeado conjuntamente entre a NATO, Estados Unidos, Israel e Geórgia.

O que interessa a este Eixo do Bem é apagar a sua acção no Cáucaso e denegrir quem foi em ajuda da população da Ossétia do Sul. Para este Eixo, os interesses económicos da grandes companhias são muito mais importantes do que a vida das populações, quaisquer que elas sejam.

Os dominadores, os mais fortes escrevem sempre a história e os factos à sua maneira e de acordo com as suas ideias, transmitido-as constantemente através de uma comunicação social manipulada e servil. E Nós vamos sendo manipulados de modo a admitirmos a implementação de uma Nova Ordem Mundial, sem sabermos para onde caminhamos e para onde nos levam.

Este Eixo do Bem é o verdadeiro Eixo do MAL

Ataque de Israel ao Irão está Iminente

A Fox News que é controlada  pela White House/Bush e que manipula os americanos – Veja a notícia aqui

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Já começou a discutir e a preparar os americanos para a Guerra contra O Irão. Nessa discussão, os Israelitas atacarão o Irão em meados de Outubro ou Setembro de modo a favorecer o candidato Republicano McCain, que é visto pelos Israelitas como uma pessoa forte e agressiva em contraste com Obama que é considerado mole.

Veja aqui a discussão na Fox News:

O Irão anunciou o lançamento para o espaço de um foguetão capaz de transportar satélites, suscitando uma imediata reacção norte-americana, que considerou o facto “inquietante”.”O desenvolvimento e teste de foguetões pelo Irão é uma fonte de inquietação e levanta novas questões quanto às suas intenções”, afirmou Gordon Johndroe, porta-voz da Casa Branca, numa altura em que o Presidente norte-americano George W. Bush se encontra de férias no estado do Texas.

In Público

Irã testa foguete para levar satélite ao espaço

Da BBC Brasil

O Irã anunciou neste domingo que lançou com sucesso seu primeiro foguete capaz de colocar em órbita um satélite artificial.A TV iraniana exibiu imagens do lançamento e disse que ele foi bem-sucedido. Posteriormente, fontes do governo e militares confirmaram o lançamento.

Segundo analistas, a mesma tecnologia usada no foguete recém-lançado poderia ser usada para construir mísseis, mas o Irã nega ter esse tipo de interesse bélico.

Há anos Teerã investe em seu programa espacial, enquanto a comunidade internacional manifesta, preocupação com outro aspecto de seu desenvolvimento tecnológico, o na área nuclear.

In Ciência e Saúde

Reportagem sobre a autorização de Bush para atacar o Irão:

Bush numa entrevista admite ter dado ordens para atacar o Irão:

A Nova Ordem Mundial concretizado através do filho Bush. Reportagem da CNN.

Moscow fears Georgian provocations as Russian forces withdraw. Mikhail o Mentiroso

Russian military forces are returning to their starting positions in the Georgian-South Ossetian conflict zone – despite Russian military concerns over provocations from the Georgian side. The withdrawal is part of a six-point plan drawn-up by Russia and France and follows a weekend conversation between President Dmitry Medvedev and French leader Nicolas Sarkozy.

Meanwhile, the Deputy Chief of the Russian General Staff, Anatoly Nogovitsyn, has said Georgian units are attempting to increase their combat readiness and have intensified ‘subversive’ operations against Russian servicemen.

In Russia Today

GORI, Georgia – Russian tanks and troops roamed freely around Gori on Monday and made forays toward the Georgian capital, keeping control of the highway that slices through Georgia’s midsection despite Russia’s announcement that a withdrawal had begun.

The movements of Russian forces around the key city of Gori raised questions about whether Russia was fulfilling its side of the cease-fire intended to end the short but intense fighting that reignited Cold War tensions.

The deputy chief of the Russian general staff, Col.-Gen. Anatoly Nogovitsyn, told a briefing in that “today, according to the peace plan, the withdrawal of Russian peacekeepers and reinforcements has begun” and said forces were leaving Gori.

But Russian military vehicles roared along roads in and around Gori on Monday and Russian troops were restricting access to the city, where shops were shut and people milled around on the central square with its statue of the Soviet dictator and native son Josef Stalin.

“The city is a cold place now. People are fearful,” said Nona Khizanishvili, 44, who fled Gori a week ago for an outlying village and returned Monday, trying to reach her son in Tbilisi.

Yahoo! News

Krajina, Not Kosovo

Ossetia as botched Balkans replay

by Nebojsa Malic

Six days ago, as most of the world was watching the opening ceremonies of the Olympics in Beijing, Georgian troops attacked the self-proclaimed Republic of South Ossetia. Russia quickly intervened, ousting Georgian forces from the region and attacking Georgian military bases. Despite the training and weapons supplied by the U.S. and Israel, the Georgian military quickly collapsed. President Mikheil Saakashvili, installed in power in 2003 by a CIA-sponsored “Rose Revolution,” pleaded for help from his patrons, painting himself and his country as victims of “Russian aggression.” Aside from empty words of encouragement and hypocritical condemnation of Russian “excessive force,” the Empire had no help to give.

Nota: Independentemente do facto da Rússia ainda não ter totalmente desocupado a Geórgia, gostaria de perguntar – e sem querer fazer comparações- a quem já não se lembra ou se esqueceu, quando é que as forças dos USA, DA União Europeia incluindo Portugal e de outros Países desocupam o Afeganistão e o IRAQUE?!

Não acham que já era tempo? Ou não conseguiram os objectivos a que se propunham?  Encontraram as famosas armas de destruição massiva? Ou o objectivo principal era controlar e obter para a Oligarquia os campos petrolíferos, e a partir do Iraque atacar o Irão?

Nova Ordem Mundial: Um Governo Mundial, Um estado Mundial, Uma única Lei, Mundial, um único exército. e o restante da população mundial: Escravos.

Darth Cheney, o arquitecto das Guerras

Cessar-fogo não estabelece limite de tempo ao contingente russo na Geórgia

In Público

Como o propagandista  Nazi, Joseph Goebbels, disse, é fácil iludir uma pessoa. Você apenas diz-lhes que foram atacados e acenam a bandeira.

Trabalhou certamente para os americanos.

Darth Cheney

A Culpabilidade e a indiferença dos povos americanos fizeram muitas vítimas. Há 1.25 milhões de Iraquianos mortos. Há 4 milhões de Iraquianos deslocados. Ninguém sabe quantos são os mutilados e órfãos.

O Iraque está em ruínas, a sua infra-estrutura destruída por bombas americanas, por mísseis, e pelo armamento aéreo.

Nós não sabemos o rol de morte no Afeganistão, mas mesmo os protestos do regime fantoche pró americano ,as matanças repetidas das mulheres e das crianças por tropas dos E.U. e da OTAN.

Nós não sabemos qual o rol de morte que seria no Irão se Darth Cheney e os neoconservadores com Israel obtiverem sucesso em bombardear o Irão, talvez com armas nucleares.

O que nós sabemos são que todos estes assassinatos e destruição não têm nenhuma justificação e são péssimos. É o trabalho de um homem mau que não têm nenhum dilema sobre a mentira e a ilusão a fim matar povos inocentes para conseguir a sua agenda não-declarada.

O sucesso da propaganda dos neoconservadores foi tão grande que o partido de oposição não levantou um dedo para controlar as acções criminosas do regime de Bush. Mesmo Obama, que promete a “mudança” é constrangido em demasiado pelo sucesso dos neoconservadores na lavagem cerebral feita à população americana para fazer o que seus apoiantes  esperavam que os conduzi-se para fora desta vergonha em que o regime neoconservador de Bush os encarcerou.


Isto resume aproximadamente o estado pessimista que existe no povo americano antes da luz verde dada por Bush para que o regime fantoche na Geórgia fizesse uma limpeza étnica na Ossétia do Sul a fim desactivar o movimento separatista. Os meios de comunicação social americanos, aka, o ministério das mentiras e engano, outra vez encobriram o regime criminoso de Bush e protestaram contra “a invasão russa” como encobrimento à limpeza étnica dos russos na Ossetia do sul pelo assalto militar Georgiano.


Somente desta vez, o mundo não comprou a história. Muitos anos de mentiras-9/11, armas iraquianas de destruição maciça, al Quaeda e suas conexões, yellowcake, ataque do antraz, armas nucleares iranianas, “os Estados Unidos não torturam,” os bombardeamentos de casamentos, funerais, e os jogos de futebol das crianças, Abu Ghraib, capitulações, Guantanamo, várias teorias fabricadas sobre terroristas , o assalto determinado às liberdades civis- fizeram o seu papel na descredibilidade americana. Ninguém fora da América acredita por muito mais tempo nos média dos E.U. ou no governo dos E.U.

O mundo relatou os factos – a invasão contra civis russos pelos americanos e israelitas que treinaram e equiparam as tropas Georgianas.

In InforWars

O Tiro saiu pela Culatra…Demita-se Mikhail Saakachvili

O Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, assinou hoje o plano preparado com a França para um cessar-fogo na Geórgia, anunciou o Kremlin.

O acordo de cessar-fogo foi assinado ontem em Tbilissi pelo presidente da Geórgia, Mikhail Saakachvili, e enviado hoje por fax para a Rússia pela diplomacia americana, anunciaram hoje os russo, que disseram também que o documento “é idêntico ao já anteriormente assinado pelos presidentes da Abecásia e da Ossétia do Sul”, os dois territórios separatistas da Geórgia.

O acordo, negociado pela França (que preside à União Europeia), tinha sido “clarificado” ontem junto dos georgianos pela secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice.

O documento não foi ainda tornado público, mas autoriza no entanto a Rússia a tomar “medidas suplementares de segurança” em redor da Ossétia do Sul, cujo alcance não é ainda conhecido.

Nota: O Acordo inicial sobre a integridade da Geórgia foi modificado após reunião com o Presidente Francês, SarkozY, tendo a “garantia da integridade territorial da Geórgia”, que estava na primeira redacção do Plano Sarkozy, proposto em nome da União Europeia, foi substituído por um ponto que prevê “a abertura de discussões internacionais sobre o futuro estatuto e as modalidades de segurança duradoura na Abkházia e na Ossétia do Sul”, os dois territórios separatistas pró-russos da Geórgia.

Isto significa que os Russos conseguiram o que pretendiam e  Mikhail Saakachvili ficou a abanar os braços e teve de aceitar o acordo. Significa também que o plano inicialmente traçado com os USA para a ocupação e limpeza étnica da Ossétia do Sul e Abecássia ,fracassou.

De Salientar uma reportagem censurada pela Fox News sobre uma adolescente Americana que agradece aos Russos por a ter em salvo dos ataques georgianos. A Famosa Liberdade de expressão Ocidental que critica os países chamados totalitários,  só passa o que lhes apetece da agenda de controle mundial por parte dos USA, Um exército, um governo, uma lei, a opressão dos Estados e das populações:

Entretanto George Friedman liga a invasão georgiana ao plano de misseis  Americano:

Para Políticos que honram a verdade, a dignidade e o bem estar do seu povo, Mikhail Saakachvili só teria uma saída , a sua demissão, pois pôs em causa a vida dos georgianos e de outras comunidades que não queriam fazer parte da Geórgia.

In Público

Der deutsche Staat ist souverän?O Estado Alemão é Soberano?

Merkel critica resposta desproporcionada da Rússia; Medvedev responsabiliza Geórgia

In Público

David Brockschmidt – O estado alemão é soberano?

Contrato Secreto

Pela lei internacional, um país é soberano se tem o poder de tomar decisões internas e externas sem a interferência de outro país e sem sofrer pressões políticas de qualquer grupo interno ou externo.A questão que coloco ao governo alemão e à Chanceler Angela Merkel é: É a República Federal Alemã hoje um estado completamente soberano segundo a sua própria lei e a lei internacional? Sim ou não?Se a resposta é não, então explique, por favor, quais são as restrições internas ou externas impostas aos alemães. Se a resposta é sim, então explique a razão por que as questões que apresento em seguida não afectam a soberania alemã.

  1. A Alemanha não possui um Tratado de Paz com os países com os quais se esteve envolvido na Segunda Guerra Mundial. Foram 64 países, incluindo as quatro principais potências vencedoras: Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido (RU), União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e França.
  2. A cláusula que considera a Alemanha e o Japão como inimigos continua em vigor na Carta das Nações Unidas e pode ser accionada em qualquer momento, se necessário, pela força militar.
  3. O governo actual afirma aos cidadãos e à comunidade internacional que as suas fronteiras actuais constituem a totalidade do território alemão. A decisão do Tribunal Constitucional alemão de 1973 afirma o contrário. O juízo refere claramente que o Reich Alemão ainda existe de jure dentro das fronteiras de 1937. Se olharmos para uma carta geográfica de 1937 e a compararmos com a actual, vemos claramente que há territórios alemães a Este que são hoje parte da Polónia e da Rússia. Estes territórios, de acordo com as decisões dos tratados das potências aliadas vitoriosas sobre a Alemanha nas conferências Teerão, Yalta e Postdam apenas deveriam permanecer sob administração polaca ou russa até que um tratado de paz fosse assinado com a Alemanha. Isto não aconteceu. Como é isto possível então que o governo alemão após a Segunda Guerra Mundial tenha entregue de jure estes territórios à Rússia e à Polónia, que os administram de facto? Faz isto algum sentido?
  4. Após a reunificação da Alemanha Ocidental com a Alemanha Oriental foi dito aos cidadãos alemães e à comunidade internacional que, conforme o Acordo dos 2 mais as 4 potências vitoriosas, que estas abdicavam dos direitos e das responsabilidades sobre as quatro zonas de ocupação no território alemão e respectivos sectores na Grande Berlim. Isto não foi feito!

    As quatro potências terminaram as actividades em território alemão, porém não abdicaram dos seus direitos.O documento oficialmente publicado do acordo dos 2+4 é muito claro a este respeito. O facto, porém, é que a maior parte dos direitos de ocupação dos aliados – EUA, RU e a França – sobre a Alemanha foram transferidos ou incorporados no assim chamado Estatuto das Tropas da NATO. Foi assim declarado forçosamente que os direitos dos Aliados da Guerra e do pós-Guerra sobre a derrotada Alemanha se mantinham e não foram abolidos.
  5. Os quatro pontos anteriores culminam com o dossier Kanzlerakte da Chancelaria. O governo da Alemanha Ocidental sob o Chanceler Konrad Adenauer, perante os altos comissários de três potências das forças acupantes, o EUA, o RU e a França, estabeleceram um tratado secreto datado de 21 de Maio de 1949, que foi assinado em 23 de Maio de 1949 pelo Chanceler Konrad Adenauer, o Presidente do Parlamento Alemão, Adolf Schönfeller e o vice-Presidente do Parlamento Alemão, Herman Schäfer. O ponto principal deste acordo secreto é o chamado Veto Aliado, que surge como consequência da cláusula de inimigo atribuida pela Carta das Nações Unidas à Alemanha e ao Japão. Lá está dito:
    1. Que a imprensa alemã será controlada pelas potências ocupantes até 2099.
    2. Que as reservas de ouro da Alemanha são confiscadas como compensação.
    3. Que o assim designado Veto Aliado respeitante à derrotada Alemanha incluia qualquer decisão interna ou externa do Governo Alemão só se tornando efectivo mediante o consenso dos três altos comissários militares ocidentais.
  6. O Major General Gerd Helmut Komossa, chefe do serviço de espionagem militar – Militarischer Abschirm Dienst (MAD) – desde 1977 até 1980 confirma este acordo top secret entre o Governo Alemão sob o Chanceler Adenauer e os aliados ocidentais no seu livro: Die Deutsche Karte – a Carta Alemã, Graz, 2007, ISBN: 978-3-902475-34-3, a páginas 21. Segundo o Major General Komossa, cada novo Chanceler Alemão fica obrigado a assinar o acordo secreto, o chamado Kanzlerakte, antes de tomar posse como Chanceler perante o Parlamento Alemão.

Permitam-me ainda os leitores recordar que as antigas zonas de ocupação pelas potências ocidentais estão hoje sob ocupação de forças militares dos EUA, RU, França, Canadá, Bélgica e Holanda. Esta persistência da ocupação da Alemanha pelos países mencionados é justificada e legalizada no quadro do Estatuto das Tropas da NATO que integra quase todos os direitos de ocupação das potências vencedoras sobre a Alemanha. As instalações militares dos aliados na Alemanha e, certamente na Europa Ocidental e no Japão são extra-territoriais, tais como as embaixadas estrangeiras. As leis e regulamentos locais não se aplicam dentro destas circunscrições militares.Por favor, Senhora Chanceler da República Federal Alemã, Dr Angela Merkel, foi obrigada ou não a assinar o dossier do Chanceler – Kanlerakte e/ou qualquer outro documento cedendo a qualquer potência estrangeira o direito de limitar as liberdades do seu povo ou a soberania da República Federal da Alemanha?A ironia é que uma única potência vitoriosa, a Rússia – ex-URSS, abandonou permanentemente a zona de ocupação na Alemanha e o sector ocupacional na Grande Berlim!

Infelizmente, a ‘soberana’ República Federal Alemã não pode dar às restantes forças ocupantes ocidentais as respectivas guias de marcha. Isto iria contra os direitos dos aliados estabelecidos pelos acordos feitos entre três deles – Churchill, Roosevelt e Stalin – nas conferências de Teerão, Yalta e Postdam.

Em resumo: eu quereria estar de acordo com o ex-embaixador dos EUA na Alemanha, Kornblum, que informou enfaticamente as autoridades alemãs: “Vocês não são soberanos!” Esta declaração nunca foi repudiada ou questionada por qualquer governante alemão.

Assim, Senhora Chanceler, explique por favor! Eu pergunto:“O estado alemão soberano existe?”

NB:

  1. Nem todos os documentos do Acordo dos 2+4 entre os dois antigos estados alemães e os quatro aliados foram tornados públicos, e alguns estão classificados como secretos por muitos mais anos
  2. Relativamente ao livro do Major General Gerd-Helmut Kossoma, publicado no ano passado, pergunto-me a mim próprio porque razão não terá havido um protesto ou pelo menos uma questão sobre o Kanzlerakte na imprensa alemã? Sertá que os alemães vivem num permanente estado de negação da sua própria história?
David Brockschmidt, The ‘Sovereign’ Federal Republic of Germany
publicado por Adelaide Institute em Maio de 2008


Grato ao raivaescondida pela pista.

António Chaves Ferrão em Ferrão

O Assassino anda à solta?

Saakashvili may be put on trial in Russia, say prosecutors

Russian investigators have launched a criminal case on charges of genocide in connection with the events in South Ossetia. Russia’s Interfax news agency reports that the Russian General Prosecutor’s Office has said Georgian President Mikhail Saakashvili may also be put on trial.

Na BBC:

The Bush administration appears to be trying to turn a failed military operation by Georgia into a successful diplomatic operation against Russia.

Saakashvili critica silêncio do Ocidente face às provocações de Moscovo


Georgian President Mikhail Saakashvili in Tbilisi on 13 August 2008

Espantoso como a Comunicação Social funciona. O Coitadinho do Mikhaeil culpado pela Guerra e por Crimes com o Apoio de Bush está Santificado…A Nova Ordem Mundial, que tem o controle sobre a comunicação social e que tem estado a tentar controlar a Internet, vai transformar como milagre a água em Vinho, ou, uma Derrota em Vitória. Gráças às suas amizades com Bush, Skull and Bones, Illuminati e Clube de Bilderberg, este Mikhail, vai aparecer como vencedor de uma Guerra que não ganhou, cuja preocupação não foi ajudar os desalojados e os feridos e famílias vítimas desta guerra, mas sim, aparecer com o seu fluente Inglês a falar e dar entrevistas para a CNN, FOX E BBC entre muitas do Clube de Bilderberg, vestindo a pele de cordeiro imolado…Este “homem” ou melhor morcão tem de ser Santificado pelo Santo Bush e Nossa Senhora Condoleezza.

Kremlin failed by keeping western journalists away?

Gori foi Bombardeada , nomeadamente a Praça. segundo Mikhail. Vejam como está e ouçam o Mikhail a falar sobre o assunto. Este tem de ser julgado.

In Público

E O Mau é o Putin?

Condoleezza Rice chegou à Geórgia para tentar formalizar o cessar-fogo em vigor 
15.08.2008 – 12h59 Reuters

US Secretary of State Condoleezza Rice in Washington on 13 August 2008

A secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice -A Senhora da Morte-, chegou hoje à Geórgia para conversações com o Presidente Mikhail Saakashvili com vista à formalização do acordo de cessar-fogo no conflito da Ossétia do Sul negociado pelo Presidente da França.

O plano prevê a retirada das forças russas mas permite a permanência de um número limitado de patrulhas de manutenção da paz até à chegada de observadores exteriores.

Moscovo já deu o seu acordo de princípio ao documento e os presidentes das regiões separatistas a Abecásia e da Ossétia do Sul já o assinaram. Falta que a Geórgia aceite assinar.

“Há alguns dias, o Presidente [da França, Nicolas] Sarkozy obteve o acordo dos russos e dos georgianos sobre os seis pontos”, disse Rice aos jornalistas no seu avião antes de chegar.

“E houve acordo sobre esses pontos como sendo um conjunto de princípios. Agora é necessário um cessar-fogo formal, e é nisso que estamos a trabalhar”

Rice, que ontem se encontrou com Sarkozy e com funcionários franceses, disse que o acordo de cessar-fogo precisa algumas “clarificações importantes” para assegurar que os interesses georgianos são protegidos.

Disse também que os franceses tinham conseguido clarificar esses aspectos a partir das suas notas feitas durante as negociações.

“Agora vou falar com o Presidente Saakashvili acerca dos esclarecimentos fornecidos com os franceses” e depois “vou tentar pôr em vigor um cessar-fogo formal, porque o objectivo é obter um cessar-fogo e fazer as forças russas retirarem do país o mais depressa possível, acrescentou Rice.

Cometário:

Afinal os interesses a ser defendidos são os da Geórgia que lançou o ataque à Ossétia do Sul com a Benção da Senhora da Morte, Condoleezza Rice ou são os interesses Americanos ? O pipeline,  o fantoche do Mikhail Saakashvili que ontem defendeu A Nova Ordem Mundial? Que Nova Ordem Mundial é essa? Aquela que é dominada pelas Leis e interesses da América, onde só existirá um governo mundial, comandado pelos banqueiros e oligarcas Americanos?

Afinal Havia ou não acordo entre as partes envolvidas? Julgo que havia. Então qual o significado das palavras de Condoleezza Rice sobre o acordo? Vai modificá-lo? Não está de acordo com o pensamento Americano da Nova Ordem Mundial?

Kurt Nimmo
Infowars
August 12, 2008

At one minute, five seconds into the clip here from Glenn Beck’s neocon propaganda hour, we hear the sock puppet Saakashvili make reference to the New World Order. According to Saakashvili, he is not concerned so much for his own personal safety, he is more worried about the “region,” in other words the little globalist and NATO fiefdoms carved out of the corpse of the former Soviet Union, only the latest additions to the New World Order.

Saakashvili actually uses this phrase, same as George Bush Senior, Bill Clinton, Gary Hart, and other minions of the globalist elite. Of course, Saakashvili is no Bush or Clinton, in fact he is little more than a rag doll that will be thrown on the growing pyre after he outlives his usefulness. He is but another disposable Mafia don and one low on the criminal syndicate’s totem pole. One day he is on Glenn Back telling brazen lies, the next he may share the fate Ngo Dinh Diem, assassinated in the back of an APC because he was no longer of any use to the United States in Vietnam. Misha the useful tool will undoubtedly become a footnote in short order. In the meantime, he takes his marching orders from the neocons and their musical chair fellows, the neolibs.

Sobre esta nova ordem mundial seria bom ouvir ou ler a intervenção do primeiro ministro russo ,rejeitando essa Nova Ordem Mundial.

Here’s what Putin said in Munich:

“The unipolar world refers to a world in which there is one master, one sovereign—- one center of authority, one center of force, one center of decision-making. At the end of the day this is pernicious not only for all those within this system, but also for the sovereign itself because it destroys itself from within.… What is even more important is that the model itself is flawed because at its basis there is and can be no moral foundations for modern civilization.”

“Unilateral and frequently illegitimate actions have not resolved any problems. Moreover, they have caused new human tragedies and created new centers of tension. Judge for yourselves—wars as well as local and regional conflicts have not diminished. More are dying than before. Significantly more, significantly more!

Today we are witnessing an almost uncontained hyper-use of force – military force – in international relations, force that is plunging the world into an abyss of permanent conflicts.

We are seeing a greater and greater disdain for the basic principles of international law. And independent legal norms are, as a matter of fact, coming increasingly closer to one state’s legal system. One state and, of course, first and foremost the United States, has overstepped its national borders in every way. This is visible in the economic, political, cultural and educational policies it imposes on other nations. Well, who likes this? Who is happy about this?

In international relations we increasingly see the desire to resolve a given question according to so-called issues of political expediency, based on the current political climate. And of course this is extremely dangerous. It results in the fact that no one feels safe. I want to emphasize this – no one feels safe! Because no one can feel that international law is like a stone wall that will protect them. Of course such a policy stimulates an arms race.

I am convinced that we have reached that decisive moment when we must seriously think about the architecture of global security.”

Every word Putin spoke was true which is why it was not reprinted in the western media.

“Unilateral and illegitimate military actions”, the “uncontained hyper-use of force”, the “disdain for the basic principles of international law”, and most importantly; “No one feels safe!”

Putin’s claims are all indisputable, that is why he has entered the neocons crosshairs. He poses a direct challenge to—what Brzezinski calls—the “international system”, which is shorthand for the corporate/banking cartel that is controlled by the western oligarchy of racketeers.

Público

Na BBC:

The Bush administration appears to be trying to turn a failed military operation by Georgia into a successful diplomatic operation against Russia.


Georgian President Mikhail Saakashvili in Tbilisi on 13 August 2008

Espantoso como a Comunicação Social funciona. O Coitadinho do Mikhaeil culpado pela Guerra e por Crimes com o Apoio de Bush está Santificado…A Nova Ordem Mundial, que tem o controle sobre a comunicação social e que tem estado a tentar controlar a Internet, vai transformar como milagre a água em Vinho, ou, uma Derrota em Vitória. Gráças às suas amizades com Bush, Skull and Bones, Illuminati e Clube de Bilderberg, este Mikhail, vai aparecer como vencedor de uma Guerra que não ganhou, cuja preocupação não foi ajudar os desalojados e os feridos e famílias vítimas desta guerra, mas sim, aparecer com o seu fluente Inglês a falar e dar entrevistas para a CNN, FOX E BBC entre muitas do Clube de Bilderberg, vestindo a pele de cordeiro imolado…Este “homem” ou melhor morcão tem de ser Santificado pelo Santo Bush e Nossa Senhora Condoleezza.

Estaremos à beira de uma Guerra Núclear?

Ministro dos Negócios Estrangeiros russo Lavrov desvaloriza mais relatórios de avanço russo como “um truque de  propaganda “

Paul Joseph Watson Joseph Paul Watson
Prison Planet Prison Planet
Thursday, August 14, 2008 Quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Na segunda-feira à noite presidente georgiano Mikhail Saakashvili  alegou falsamente que a Rússia tinha lançado uma escalada de ataques para invadir a Geórgia  e  “cortar-la ao meio”, no qual pediu observadores numa tentativa de agitar os E.U. e da Europa em oferecer apoio militar imediata.  Saakashvili  anunciou que  o porto de Poti seria colocado sob o controlo dos militares E.U. , um pedido prontamente negado pelo Pentágono.

Lavrov também advertiu Washington para escolher entre a cooperação com a Rússia ou prosseguir o seu “projecto virtual” com a Geórgia.  A Geórgia é um Estado cliente do  EUA / OTAN dirigido por um  Presidente fantoche instalado através de uma falsa  revolução que foi financiado pela ONG’s americanas e da CIA.

Economista Político e   geopolítico um dos autores mais vendidos, F. William Engdahl afirma que os  US arriscam entrar numa guerra nuclear contra a  Russia por causa dos acontecimentos na  Georgia e Ossétia do Sul, tendo o Presidente Bush  e Condoleezza Rice agravado a situação utilizaando a sua retórica alegadamente contra as violações  do cessar – fogo.


O Secretário de Estado ameaçou a Rússia sobre o seu isolamento internacional depois da resposta ao ataque sorrateiro georgiano à Ossétia do Sul, na semana passada, um assalto  que causou cerca de 2000 civis vidas.


O Presidente Bush também tem exigido à Rússia mudar a sua actuação e ameaçou com a suspensão da sua filiação no G8 e dos seus membros na OMC bloqueados.


Notícias  Ocidentais alegam que a Rússia continua a realizar manobras militares agressivas dentro da Geórgia, mas esses relatórios foram denunciados com firmeza pelos russos como propaganda.Ontem foi amplamente relatada alegações, que as forças russas foram atacar as forças da Geórgia na cidade de Gori e denunciado por  Tbilisi, como inexactas.


O Geopolítico, perito e autor do mais-vendido livro “Um Século de Guerra: Anglo-American Oil Política e da Nova Ordem Mundial”, F. William Engdahl hoje adverte que a crise poderia degenerar numa confrontação nuclear completa explodindo entre os E.U. e da Rússia .


“O que Washington está literalmente a jogar aqui é uma guerra, psicologicamente , militarmente e nuclear errada com os  russos , “, disse Engdahl, acrescentando que a Rússia tem claramente traçada uma linha na Geórgia no que se refere à tentativa de invadir a Ossétia do Sul .


“Rússia entrou em Geórgia essencialmente para entregar uma mensagem”, afirma Engdahl.  “Existem mais de 1000 E.U. forças especiais militares na Geórgia a fazer exercício, na formação de tropas, antes da Geórgia lançar o ataque à Ossétia a 8 agosto.  Há, pelo menos, 1000 tropas israelitas, em empresas de segurança privadas e conselheiros militares, incluindo assessores que estão actualizando a força aérea Georgiana numa instalação perto de Tbilisi.  Isso foi o que o  avião russo atingiu, e eles tornaram,  o ataque militar à Ossétia do Sul militarmente impossível, fazendo incursões pelo interior do território georgiano antes de apelar a um cessar . “


Engdahl afirma que o conflito resume-se ao facto de que há uma nova guerra fria devido ao petróleo da região da Ásia Central, com as empresas petrolíferas E.U. terem aberto o gasoduto BTC  que atravessa o Azerbaijão e a Geórgia e leva petróleo do mar Cáspio para o oeste , que marginalizaria o território russo.

Público

Ossétia e Geórgia

The five days of fighting in South Ossetia have left more than a thousand people killed and tens of thousands homeless. Following Georgia’s attack on its breakaway republic, it’s hard to find a citizen who hasn’t lost a relative in the conflict. Convoys of refugees continue to stream into Russia’s southern regions, where they are being provided with food and shelter.

In Público

En la prensa rusa se ha revelado que en Ossetia cayeron tres militares de EEUU y cuatro de Israel que participaron en el bombardeo y ataque del gobierno de Georgia contra la población de Ossetia Sur. Según las fuentes los cuerpos de los militares fueron encontrados entre los escombros en Tskhivanli, capital de Ossetia Sur. Kommersant, el diario ruso, reportó ayer que hay más de mil instructores militares de EEUU en Georgia.



Hace dos días el presidente de Ossetia Sur aseguró que mercenarios de Ucrania y áreas del Báltico participaron de la ofensiva georgiana y que también se encontraron los cadáveres de mercenarios negros, posiblemente norteamericanos. La información reproducida por Russia Today y otras fuentes, recorre la blogosfera.

También hay informaciones de que un afroamericano instructor de la OTAN ha sido capturado junto a tropas georgianas en Tskhinvali, capital de Ossetia Sur, y trasladado a la base rusa en Vladikabkaz en Ossetia Norte. La noticia también ha sido recogida en los sitios independientes en la Internet.

Se sabe que EEUU, Israel y Georgia llevaron a cabo un simulacro de guerra días antes del bombardeo a Ossetia, bajo el code name Ejercisio Respuesta Inmediata 2008. Las tropas georgianas han recibido su fogueo en Iraq “pacificando” la provincia de Wasa. El 31 de julio pasado desde la base military Vaziani en Georgia el sargento mayor Ralph Beam del Comando Europeo del Ejército de EEUU halagó la labor del sargento Giorgi Dzebisashvili, comandante de la 4ta Brigada del Ejército georgiano, según reporta el Southern European Task Force en comunicados de prensa fechados el 21, 23 y 31 de julio pasado. En esta publicación se informa tmbién que el 21 de julio el Presidente Mikheil Saakashvili y su ministro de defensa, Davit Kezerashvili visitaron el área de entrenamiento en Vaziani donde fueron recibidos por el General de Brigada del Ejército de EEUU, Southern European Task Force, William B. Garrett III, y el General de Brigada Georgiana Zaza Gogava. Esta es la primera vez que los ejercicios militares Respuesta Inmediata se conducen en Georgia.

La información sobre la participación de militares de Israel en Ossetia, coincide con un enfrentamiento entre los ministerios del Exterior y de Defensa israelís sobre la venta de armas a Georgia. El Ministro del Exterior recomendó el cese total de la venta de armas y equipo relacionado a Georgia en vista de las hostilidades con el ejército ruso. Israel, tal vez, trata de evitar ser señalado si la crisis recrudece como fue cuando se descubrió como principal proveedor de armas y asesores para Colombia.

Por su parte, Russia Today reveló la cantidad de ayuda armamentista a Georgia suministrada mediante el International Military Education & Training (Agencia de Cooperación en Seguridad) y cuyo monto ha crecido exponencialmente a partir de la instauración de Saakashvili en el poder.

Hace días, el presidente del Comité de Segurida del parlamento ruso, Vladimir Vasilyev, acusó a EEUU por el ataque georgiano a la población de Ossetia. Seregi Lavrov, Ministro del Exterior ruso amonestó a la comunidad internacional por hacerse de la vista larga ante la compra masiva de armamentos ofensivos por parte del gobierno de Georgia. Por su parte, el Primer Ministro V. Putin la emprendió contra Washington, calificando de cínica su posición sobre Georgia y acusándolo de trasbordar dos mil tropas georgianas de Iraq a las areas del conflicto en Georgia, información que fue confirmada por Nika Rurua de la Comisión de Defensa del parlamento georgiano.

Los rusos no fueron los únicos en señalar a los EEUU por complicidad en el ataque a Ossetia. Apenas comenzado el asunto un estadounidense residente en Ossetia que fue testigo del ataque de Georgia asignó la responsabiidad al gobierno de Bush y aseguró que el ataque fue criminal.

El presidente francés Sarkozy llegaba a Moscú para mediar una tregua entre las partes, en momentos en que el Presidente ruso Dmitry Medvedev anunciaba un alto al fuego, tras haber expulsado las fuerzas georgianas que penetraron Ossetia e infligir daños a las principales instalaciones militares y policiacas en Georgia. Moscú exige la remoción del presidente de Georgia, responsibla directo del bombardeo a Ossetia y a quién le caben acusaciones de crímenes contra la humanidad.

Medvedev, no obstante, advirtió que ha ordenado a su ministro de defensa mantenerse en alerta para reiniciar ataques de decubrirse nuevas acciones ofensivas por parte del gobierno georgiano. Mientras, la campaña de medios del Presidente Saakashvili fracasó , a pesar del apoyo de la prensa mediática anglo-estadounidense, particularmente CNN, en involucrar a las potencies occidentales en su guerra, la que no pocos han visto como un intento exacerbar el chovinismo georgiano y mantenerse en el poder, pese a la creciente oposición civil contra su gobierno.

Algo le salió mal a los que montaron este sangrienta aventura: o Saakashvili se esmandó envalentonado por la seducción militar de EEUU, o sus aliados le instaron a actuar para forzar a los europeos a recoger a Georgia en la OTAN, o aquí se estaban ensayando o anunciando otras cosas. Quién sabe. En política lo real es lo que no se ve. Una cosa es cierta; han pasado los mejores días para Saakashvili a quien su gente ya señala como responsable de esta tragedia y quien sólo cuenta con un ejército en estampida. Es más difícil, ahora, que la OTAN ingrese a Georgia como miembro, aunque Tsibili acepté los seis puntos acordados entre Sarkosy Medvedev y por más que Saakashvili arengue al mundo con el cuco del totalitarismo ruso y quiera salvar cara alegando que, mientras estén en misión humanitaria, los EEUU ocuparán los puertos y el espacio aéreo georgiano, lo que el Pentágono se apresuró a negar. Como suele ocurrir con estos tiranuelos, su arrogancia no les deja ver que, como dijera Henry Kissinger: “Ninguna potencia se suicida por un aliado”.

Otra cosa también es cierta, nunca desde la Guerra Fría estuvo el mundo tan cerca un conflicto total.


A Partida dos russos: Forças da Geórgia retomam controlo de Gori

Forças da Geórgia retomaram o controlo da cidade de Gori, centro do país, perto da república separatista da Ossétia do Sul, depois da partida das tropas russas, anunciou hoje o ministério do Interior georgiano

Russian army hand Gori to Georgian police

Um jornalista da agência France Presse (AFP), que entrou hoje em Gori numa coluna de cerca de 20 veículos da polícia que transportavam elementos do exército, afirma ter visto um blindado e soldados russos num posto de controlo, à entrada da cidade.

«Os russos começaram a retirar as suas tropas. A polícia e as forças especiais georgianas estão a retomar o controlo» de Gori, afirmou à AFP o porta-voz do ministério do Interior, Chota Outiachvili.

Comentário:

Este vídeo documenta quem verdadeiramente seduziu o Presidente da Geórgia a começar o ataque. Ouçam bem.

Por outro lado, outro vídeo, onde o Americano Joe Mestas, acusa as tropas da Geórgia de começarem o ataque, de bombardearem caves onde se encontravam as pessoas escondidas, do corte de água ter sido feito um mês antes do ataque pela Geórgia e da ajuda Americana neste Ataque. Compara O presidente da Geórgia a um ditador e se Bush o está a ajudar é porque  é igual a Saddam. Classifica-os como assassinos e como criminosos de Guerra pelo genocídio na Ossétia.

Entretanto as tropas Russas vão lentamente retirando dos locais ocupados e passam os pontos de segurança à polícia Georgiana, pelo que a saída das tropas Russas irá demorar mais algum tempo

LEYA Público

Atenção para este artigo, muito interessante, En el país de los ciegos…

Entretanto parece que foram encontrados os planos Georgianos para a invasão da Abecássia e da Ossétia do Sul.

null

Russian troops have discovered what they believe are plans for an invasion of Abkhazia in a captured Georgian command post vehicle. On Wednesday, Abkhazian armed forces succeeded in pushing Georgian troops out of the Upper Kodori Gorge in anticipation of such an attack.

For the past few days the spotlight has been on Georgia’s other breakaway republic, South Ossetia.

Vodpod videos no longer available.


Mikheil Saakashvili agita a bandeira da ocupação esquecendo-se do seu povo sem rumo

Saakashvili forgets about his people in media fever

Saakashvili forgets about his people in media fever

Over the last few days Georgia’s President Mikhail Saakashvili has thrown much of his effort into convincing the wider world that Georgia was the victim, not the instigator, of the military conflict in South Ossetia. But it seems the president has taken his eye off what’s going on at home – a place where some of his own people now have nowhere to go.

On the international stage, Mikhail Saakashvili is still showing his face – flanked by Eastern European leaders, it’s all image and bravado. The Georgian president says Russia is still the Soviet Union and he is its unwilling victim.

He’s brought in a Belgium public relations firm to help build his image and keep foreign correspondents updated with e-mail alerts detailing the latest alleged Russian aggressions.

Refugee camps are the post war reality of Saakashvili policy. New refugees are bussed in by the hour.

Most people blame Saakashvili for starting the war but now when it’s over he’s nowhere around to help them rebuild their lives.

“Saakashvili is responsible. Who are we? Are we animals or people? I have no house because of him. My daughter’s pregnant and I don’t know where she is. I have nothing. Saakashvili is responsible for this. We’re here because of him. And where are the georgian journalists to tell about this?” refugee Victoria Ivanadze said.

Both rich and poor have suffered from the outbreak of conflict in South Ossetia.

“Foreign investment has completely stopped. They say they’ll come back, but it will be slow. It will take at least one year for us to build up to the level we were before the fighting. Our biggest problem is to bring back the trust of western partners – to convince them to trust the Georgian economy. I have nineteen factories and most of them are closed. I’ve lost millions of dollars,” businessman Merab Kupunia said.

Meanwhile, all taxi drivers in Tbilisi says the same thing: “Saakashvili thinks too much about himself and not enough about his people”.

LEYA Público

Comentário:

Mikheil Saakashvilli, está mais interessado na contra informação , em acusar os Russos de não quererem sair, em mostrar que é lider de um País que atacou a Ossétia do Sul, ladeado por lider de alguns Países, como tendo ganho a Guerra, esquecendo-se totalmente da população, que foi aquela que o elegeu, que foi a principal vítima das suas decisões, do que em resolver o problema humanitário dos Geórgianos.