The Obama Deception, a film by Alex Jones – Trailer

Filme que pode ser adquirido a partir de hoje, dia 15 de Março, nos seguintes sites:

http://www.prisonplanet.tv/

http://www.infowars.com

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SAAB falida, a crise soma e segue

Ouvi incrédulo esta notícia na rádio, na Antena 1, à hora do almoço.

Na televisão, nos noticiários da noite, nem uma palavra sobre o assunto.

Mas que diacho, a SAAB era uma subsidiária da General Motors…

Para além de automóveis, fabricava também aviões de guerra.

Só que o Governo Sueco não passa cheques em branco.

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1365829&idCanal=57

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MIchael Moore: Crise Económica – Querem-nos Meter Medo!

MIchael Moore: Crise Económica – Querem-nos Meter Medo!

Num artigo intitulado “Querem-nos meter medo”, o cineasta Michael Moore (foto) conta como centenas de milhares de pessoas entupiram os telefones e o correio eletrónico dos congressistas dos EUA, contra a lei proposta pelo governo Bush para salvar os bancos da crise. E aponta como Wall Street e o seu braço midiático (as redes de TV e outros meios) seguem com a estratégia de atemorizar a população omitindo, entre outras coisas, que a proposta apresentada ao Congresso não trazia qualquer esperança para os pobres mortais ameaçados de perder suas casas hipotecadas..

Quem acompanha a cobertura da crise nos Estados Unidos feita pela imprensa brasileira pode ser levado a acreditar que a política está “atrapalhando” a procura de uma solução para o problema. Essa afirmação vem sendo feita todos os dias por vários jornalistas e colunistas econômicos em todo país, supostamente especializados no assunto. A aprovação da proposta de ajuda aos bancos falidos é apontada como uma condição necessária para evitar o caos. Há vários silêncios nesta cobertura, aqui e também nos EUA.

Querem-nos meter medo

Todos diziam que a lei seria aprovada. Os especialistas do universo já estavam fazendo reservas para celebrar nos melhores restaurantes de Manhattan. Os compradores particulares em Dallas e Atlanta foram despachados para fazer as primeiras compras de Natal. Os homens loucos de Chicago e Miami já estavam abrindo as garrafas e brindando entre eles muito antes do café da manhã.

Mas o que não sabiam era que centenas de milhares de americanos tinham acordado pela manhã e decidido que era tempo de se revoltarem. Milhares de chamadas telefónicas e e-mails bombardearam o Congresso como nunca até então tinha acontecido.

A Corporação do Crime do Século foi detida por 228 votos contra 205. Foi um acontecimento raro e histórico. Ninguém se conseguia lembrar de um momento onde uma lei apoiada pelo presidente e pelas lideranças de ambos os partidos fosse derrotada. Isso nunca acontece. Muita gente está se perguntando porque é que a ala direita do Partido Republicano se uniu à ala esquerda do Partido Democrata para votar contra o roubo. Quarenta por cento dos democratas e dois terços dos republicanos votaram contra a lei.

Eis o que aconteceu:

A corrida presidencial pode estar ainda empatada nas sondagens, mas as pesquisas efectuadas no Congresso estão assinalando uma vitória esmagadora dos democratas. Poucos questionam a previsão de que os republicanos receberão uma surra no dia 4 de Novembro. As previsões indicam que os republicanos perderão cerca de 30 cadeiras na Câmara de Representantes, o que representaria um incrível repúdio a sua agenda. Os representantes do governo têm tanto medo de perder seus assentos que, quando apareceu esta “crise financeira” há duas semanas, deram-se conta que estavam diante de sua única oportunidade de separar-se de Bush antes da eleição, fazendo algo que fizesse parecer que estavam do lado da “gente”.

Estava vendo ontem C-Span, uma das melhores comédias que assisti em anos. Ali estavam, um republicano depois do outro que apoiaram a guerra e afundaram o país em uma dívida recorde, que tinham votado para matar qualquer regulação que mantivesse Wall Street sob controle – ali estavam, lamentando-se e defendendo o pobre homem comum.Um depois do outro, usaram o microfone da Câmara baixa e jogaram Bush sob o ônibus, para baixo do trem (ainda que tenham cotado para retirar os subsídios aos trens também), diabos, teriam jogado o presidente nas águas crescentes de Lower Ninth Ward (bairro de Nova Orleans) se pudessem prever outro furacão.

Os valentes 95 democratas que romperam com Barney Frank e Chris Dodd eram os verdadeiros heróis, do mesmo modo como aqueles poucos que votaram contra a guerra em outubro de 2002. Reparem nos comentários dos republicanos Marcy Kaptur, Sheila Jackson Lee e Dennis Kucinich. Disseram a verdade. Os democratas que votaram a favor do pacote o fizeram em grande parte porque estavam temerosos das ameaças de Wall Street, que se os ricos não recebessem sua dádiva, os mercados enlouqueceriam e então adeus às pensões que dependem das ações e adeus aos fundos de aposentadoria. E adivinhem? Isso é exatamente o que fez Wall Street! A maior queda em um único dia no índice Dow da Bolsa de Valores de Nova York.

À noite, os apresentadores de televisão gritavam: os americanos acabaram de perder 1,2 bilhão de dólares na Bolsa! É o Pearl Harbour financeiro! Caiu o céu! Gripe aviária! Obviamente, quem conhece a bolsa sabe que ninguém “perdeu” nada ontem, que os valores sobem e baixam e que isso também acontecerá porque os ricos compraram agora que estão baixo, os segurarão, depois os venderão e logo em seguida os comprarão novamente quando estiverem baixos de novo. Mas, por enquanto, Wall Street e seu braço de propaganda (as redes de TV e os meios de comunicação que possuem) continuarão tratando de nos meter medo. Algumas pessoas perderão seus empregos. Uma débil nação de fantoches não suportará muito tempo esta tortura. Ou poderemos suportar?

Eis no que acredito: a liderança democrata na Câmara baixa esperava secretamente todo o tempo que esta péssima lei fracassasse. Com as propostas de Bush derrotadas, os democratas sabiam que poderiam então escrever sua própria lei que não favoreça apenas os 10% mais ricos que estavam esperando outro lingote de ouro. De modo que a bola está nas mãos da oposição. O revólver de Wall Street, porém, aponta para suas cabeças. Antes que dêem o próximo passo, deixem-me dizer no que os meios de comunicação silenciaram enquanto se debatida essa lei:

1. A lei de resgate NÃO prevê recursos para o chamado grupo de supervisão que deve monitorar como Wall Street vai gastar os 700 bilhões de dólares;

2. A lei NÃO considerava multas, sanções ou prisão para nenhum executivo que roubar dinheiro público;

3. A lei NÃO fez nada obrigar aos bancos e aos fundos de empréstimo a renovar as hipotecas do povo para evitar execuções. Esta lei não deteria uma sequer execução!

4. Em toda a legislação NÃO havia nada executável, usando palavras como “sugerido” quando se referiam à devolução do dinheiro do resgate a ser feito pelo governo.

5. Mais de 200 economistas escreveram ao Congresso e disseram que esta lei poderia piorar a crise financeira e provocar ainda MAIS uma queda.

É hora de nosso lado estabelecer claramente as leis que queremos aprovar.

* Tradução do artigo de Michael Moore publicado no jornal Página 12. Tradução para o espanhol: Celita Doyhambéhére. Tradução para o português: Marco Aurélio Weissheimer (Mensagem enviada pela amiga Madalena, do blogue Pensamentos e Espiritualidade)


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Russia Warns: 21 Days for NATO/USA leave Black Sea

O aviso é para ser levado a sério

Antes, nos noticiários contavam-nos metade da história, agora ocultam-nos a verdade!

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Russian warships set sail for manoeuvres near US waters

A fleet of Russian warships led by a massive missile cruiser set sail from their Arctic base on Monday for naval exercises off Venezuela near US waters that have not been seen since the Cold War.

“They left at 10:00 am (0600 GMT). It’s the nuclear-powered guided missile cruiser Peter the Great, the anti-submarine warship Admiral Chebanenko and other accompanying ships,” Russian navy spokesman Igor Dygalo told AFP.

Dygalo said he could not reveal how many ships were involved in the deployment or when they would arrive. The exercises in the Caribbean Sea are expected to take place in November or December, officials said.

The deployment follows the arrival of two Russian Tu-160 nuclear bombers in Venezuela earlier this month also for exercises, an event that Venezuelan President Hugo Chavez branded a “warning” to the US “empire.”

Chavez was due in Moscow this week on his third visit since June last year.

“It’s a warning. Russia is with us… we are strategic allies. It is a message to the empire. Venezuela is no longer poor and alone,” the fiercely anti-US leader said during a public event this month after the bombers landed.

in Prision Planet

O Nascimento da Aliança Anti-Nato ( Ambos do grupo BRIC)- CNN

Chipagem de Seres Humanos já Começou!

Chipagem de Seres Humanos já Começou!

Na América Latina, o rapto, como forma de «ganhar a vida» é uma instituição.

No Brasil, na Colômbia, na Venezuela e no México, o número de raptos cresceu cerca de 40%, entre 2004 e 2007.

Para se protegerem contra este verdadeiro flagelo, os ricos e poderosos do México decidiram socorrer-se da tecnologia e estão cada vez mais a implantar chips com pequenos rádio transmissores em si próprios, a troco de alguns milhares de euros.

A ideia é segundo relata a New Scientist, é poderem ser seguidos por meios de satélites e serem rapidamente regastados por uma força policial.

A empresa de segurança mexicana Xega, que faz estes implantes, aumentou este ano em 13%, o seu volume de negócios.

Pensa que é mentira?

Que é mais uma teoria da conspiração?

Dos malucos dos blogues…

Então vá-se preparando para virar mais uma peça na engrenagem, como no filme Matrix…

O amanhã está chegando para os novos escravos…

Todos nós!

Então leia mais em:

http://www.xega.com.mx/vip.html

http://findarticles.com/p/articles/mi_m0EIN/is_2003_Oct_1/ai_108398326

http://www.previnasedamarca.com/arquivo.php?recebe=materia/introducao/02/02.html

http://americasdeath.blogspot.com/2008/07/rfid-chip-is-slowly-being-implemented.html

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EUA formaram tropas especiais georgianas

Notícia do “Financial Times”
EUA formaram tropas especiais georgianas antes de ofensiva na Ossétia 
06.09.2008 – 13h49 Lusa

O exército norte-americano deu treino de combate a 80 comandos das forças especiais georgianas meses antes de a Geórgia lançar a ofensiva armada na Ossétia do Sul, em Agosto, noticia hoje o jornal britânico “Financial Times”.

O jornal, que teve acesso a documentos e entrevistas com responsáveis de formação militar dos Estados Unidos, garante que esta acção pode ter motivado as acusações do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, que recentemente acusou Washington de ter armado e dado formação ao exército georgiano.

O treino foi ministrado por oficiais norte-americanos e por militares contratados às empresas de segurança MPRI e American Systems, ambas com sede na Virgínia.

In Público

Uma parte da verdade apareceu no “Finacial Times”. Os Estados Unidos criram e deram formação militar a forças especiais Geórgianas antes da invasão da Ossétia do Sul e da Abkhásia. A mão dos estados Unidos neste conflito é evidente, clara e límpida. Os estados Unidos programaram, planearam com o Governo da Geórgia a invasão de duas Repúblicas Independentes com o intuito de alargarem o seu raio de acção e influencia no Cáucaso. Estes são os culpados pela crise humanitária no Cáucaso e deveriam ser julgados por crimes contra a Humanidade…Bush ,Bush é um deles.

Quem Lucra com a Fome e Pobreza?

Motins da fome marcam o fim da era da alimentação barata

Ao desfolhar jornais velhos no meu escritório/biblioteca, deparei-me com este curioso artigo, da autoria de Jorge Almeida Fernandes, no Jornal «Público», do dia 27.04.2008, que importa reter (na memória) e reproduzo abaixo na íntegra.
À distância de 4 meses, longe vão os tumultos verificados um pouco por todo o mundo, devido à instabilidade dos mercados e à oscilação do preço do barril de petróleo.
E penso, caramba nada foi feito, para inflectir a situação! A instabilidade social (em Portugal e no Mundo) aumentou fruto de vários factores.
Urge repensar a maneira como gastamos energia e como a obtemos.
No futuro teremos que mudar muito dos nossos comportamentos, inclusive a forma como nos deslocamos.
Provavelmente, desta vez, a crise foi abafada.
Mas, o mal-estar (geral) é evidente. Parece que está um tacho ao lume, em banho-maria…
Recordo as teorias de Thomas Malhus – sobre o crescimento da população humana e sobre a eventualidade dos alimentos não chegarem para a espécie humana – leccionadas na disciplina de Ecologia, nos meus tempos de Liceu.
Provavelmente, a situação já será incomportável, teremos que mudar qualquer coisa, sobre risco de desaparecermos como espécie…

«Após 40 anos de preços baixos, o custo da alimentação vai subir. Os pobres já estão a sofrer e duvida-se que possamos dar de comer a todos!» «Os motins de fome em África, na Ásia e na América Latina assinalam o fim de uma era, a da comida barata, e o risco de tempos de penúria alimentar. Josette Sheeran, directora do Programa Alimentar Mundial da ONU (PAM), definiu o “novo rosto da fome”: o custo dos alimentos sobe rápida e sustentadamente, invertendo quatro décadas de declínio dos preços. Está em risco imediato a segurança alimentar de 36 países.
“É a pior crise do género em 30 anos”, afirma o economista Jeffrey Sachs, conselheiro do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “É um enorme problema que ameaça um grande número de governos. Alguns estão encostados às cordas e há consequências políticas ainda por chegar.”
Estão a ser tomadas medidas de emergência para conter a expansão dos motins e da fome, que hoje atinge 854 milhões de pessoas. Mas o PAM e as ONG estão perplexos. Nas crises recentes tratava-se de dar comida a populações vítimas de desastres naturais ou humanos: secas, guerras civis ou até casos de governos que utilizam a fome como meio de domínio político ou de chantagem internacional. Hoje, com “comida nas prateleiras”, as pessoas não têm dinheiro para a comprar. Como ajudar?
A fúria dos pobres
Os mexicanos foram pioneiros: em Janeiro de 2007, um motim contra o aumento de 40 por cento no custo da tortilla, alimento dos pobres, obrigou o Governo a subsidiar os preços. Em Setembro, houve confrontos violentos em Marrocos e, a seguir, na Mauritânia e na Guiné. Este ano a mancha dos protestos, que fizeram algumas dezenas de mortos, alastrou aos Camarões, Senegal, Burkina Faso, Costa do Marfim, Madagáscar, Moçambique, Etiópia. No Haiti, os tumultos levaram à queda do primeiro-ministro. Na Ásia, atingiram o Uzbequistão, a Indonésia, o Iémen, o Bangladesh e o Paquistão. Como medida preventiva, vários países suspenderam ou restringiram a exportação de cereais: Vietname, Tailândia, Camboja, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Rússia, Ucrânia, Argentina, Brasil. Em reacção, o preço do arroz subiu 31 por cento num só dia (27 de Março).
A onda de choque chegou aos EUA, onde começou o açambarcamento de arroz e farinha. Duas grandes cadeias de supermercados passaram a limitar a venda de arroz. Poucos levaram a sério a premonitória “greve à pasta” dos italianos, a 13 de Setembro de 2007, contra a “especulação”. As várias Chinas Uma extraordinária conjugação de factores poderia levar a pensar numa crise conjuntural ou reversível: secas ou inundações, desvio de cereais para bio combustíveis, baixos stocks e especulação. De facto, os fundos especulativos passaram a apostar nos cereais (“o trigo vale ouro”). Mas, a mudança não é conjuntural, é estrutural, diz a maioria dos especialistas. Para não falar no petróleo e nos fertilizantes, basta somar àqueles factores um outro: o aumento exponencial do consumo e a mudança de hábitos alimentares nos “países emergentes”, fazendo explodir uma procura que a oferta não acompanha. Países como a China e a Índia, e muitos outros, não têm apenas “fome de energia”. Com a industrialização, perdem agricultores e ganham consumidores que se alimentam melhor. O crescimento das classes médias aumenta o consumo de carne e a consequente necessidade de importar muito mais cereais para criar aves, porcos e vacas, isto é, “ocidentalizam” a alimentação à medida que se modernizam.
Tensões e desafios As medidas de emergência deverão aliviar a pressão e reduzir a especulação. Todos os olhos estão postos nas colheitas de 2008. Mas o carácter estrutural e fulminante da crise levou o Banco Mundial e o FMI a penitenciarem-se por políticas passadas. Haverá ressacas. As políticas agrícolas da UE e dos EUA serão postas em causa. Crescerão as tensões Norte-Sul e em torno da globalização, pois vários Estados, face à instabilidade interna, são incitados a tomar medidas proteccionistas e a afirmar a sua “soberania alimentar”.
Se as crises no Haiti ou na África fazem sobretudo temer uma catástrofe humanitária com turbulências políticas, já casos como o do Egipto são uma dor de cabeça geopolítica para todas as potências. Mubarak, dizem analistas egípcios, não resistiria a uma praga de fome urbana. Um colapso no Cairo é inimaginável: abalaria todo o Médio Oriente, o “celeiro do petróleo”.
O “choque alimentar” terá como primeiro efeito fazer da agricultura uma prioridade mundial, reconheceu-o Pascal Lamy, presidente da OMC. A crise seria então uma oportunidade. Em 1960, havia duas pessoas a partilhar um hectare cultivado. Em 2050, haverá seis. Dizem os agrónomos: a revolução verde quantitativa do século XX – mais terras, mais irrigação e mais química – está esgotada. Trata-se de inventar outra, adaptada à escassez de recursos. Os pobres gastam 60 a 80 por cento do seu rendimento na alimentação, os ricos apenas 10 a 20 por cento. Faz toda a diferença…»

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