Rouba a classe média e dá aos magantas – Gaspar só precisa de cortar 850 milhões mas pediu seis vezes mais

11/09/2012 | 22:17 | Dinheiro Vivo

O Governo está a pedir aos portugueses um esforço de redução do défice “na ordem dos 4,9 mil milhões de euros”, valor quase seis vezes superior à redução necessária combinada com a troika: o défice deste ano deverá ser de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e terá de cair para 4,5% em 2013, o que dá uma descida de ‘apenas’ 850 milhões de euros, aproximadamente.

Objetivo: evitar eventuais desvios na execução orçamental do próximo ano, ter músculo para enfrentar uma recessão ainda mais severa e, mesmo assim, conseguir brilhar com um défice de 4,5% ou até inferior. Para mais, tem pela frente um corte de outros 2%, para chegar a 2,5% em 2014.

Para este ano, há novas medidas de corte na despesa, de impostos (mais IMI e tributação de capitais) para ajudar a reduzir o défice para o “limite quantitativo” de 5%. Isto é, o desvio deste ano já deve dar um défice superior a esse valor. Possivelmente, o Governo terá de anunciar mais medidas extraordinárias para o cumprir, sabe o Dinheiro Vivo.

Ontem à tarde, na apresentação dos resultados sobre a quinta avaliação da troika a Portugal, o ministro das Finanças, dramatizou o discurso. “A situação é difícil e perigosa”, mas depois Vítor Gaspar disse qual é realmente o plano: “o programa abre o caminho para o regresso do Tesouro ao mercado de obrigações, em condições normais de financiamento”.

Isto é, em meados de 2013, o Tesouro terá de conseguir ir pelo próprio pé aos mercados pedir emprestado o suficiente (além das verbas da troika que ainda continuam a fluir, mas cada vez menos, como está previsto) para amortizar a mega Obrigação do Tesouro de quase dez mil milhões de euros que vence em setembro de 2013. Mas Portugal não vai pedir mais dinheiro, apenas pediu (e teve) mais tempo (um ano) para trazer o défice para menos de 3%.

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Privados podem afinal perder até dois salários líquidos, Função Pública perde até três

Negócios fez as contas e apurou: afinal os trabalhadores vão enfrentar um corte no salário que levam para casa que pode chegar aos 14%, ou seja, o equivalente em termos líquidos ao subsídio de férias e de Natal. Os funcionários públicos ainda ficam pior, podem perder até três. Efeitos que o primeiro-ministro omitiu na sua intervenção. Veja as simulações.
A chave é o aumento da contribuição incidir sobre o salário bruto e ser retirado ao líquido.

O aumento da taxa social única é de 7 pontos percentuais, passando de 11 para 18%. Mas a perda no rendimento que se leva para casa (o salário líquido), será superior a 7% logo a partir de salários brutos da ordem dos mil euros.

Todos, funcionários públicos e trabalhadores no sector privado, vão ter uma redução no seu rendimento em 2013 que será superior ao corte de um dos subsídios e, nalguns casos, será de dois subsídios. Mais, portanto, do que foi desde ontem noticiado.

Os funcionários públicos, como sofrem ainda o efeito da mudança de escalão de IRS por diluição de um dos subsídios, vão perder mais do que o equivalente a dois subsídios.

Em causa está uma conta: o aumento dos sete pontos percentuais incide sobre o salário bruto, sendo descontado na totalidade ao salário líquido. Quanto mais alto é o salário, maior é percentualmente o desconto face ao salário líquido. Assim será a não ser que a proposta apresentada pelo primeiro-ministro seja alterada. Tal como está, ela ainda pior do que parece para os trabalhadores portugueses.

Faça você mesmo
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou na sexta-feira, dia 6 de Setembro, que “o Governo decidiu aumentar a contribuição para a Segurança Social exigida aos trabalhadores do sector privado para 18%”. A actual taxa é de 11%. Em contrapartida, anunciou o primeiro-ministro, isso permitirá “descer a contribuição exigida às empresas também para 18%”.

Em termos brutos, o agravamento da taxa corresponde a uma redução de 7%. Mas, em termos líquidos, quanto maior for o salário, maior é o corte, atingindo-se muito rapidamente, à medida que os salários sobem, uma redução no rendimento equivalente a dois salários.

Contactado o Ministério das Finanças para comentar esta notícia, o gabinete de Vítor Gaspar preferiu não comentar.

O Negócios fez uma simulação (ver uma tabela em baixo) para um contribuinte casado, dois titulares e com dois dependentes – simplificadamente, um casal que trabalham os dois e com dois filhos. Veja aqui os resultados de forma simplificada:

Salário mensal de 1000 euros brutos
A perda de rendimento líquido ultrapassa o equivalente a um salário líquido logo a partir dos mil euros de salário bruto, o que atinge pessoas que levam para casa, neste momento, cerca de 800 euros. Neste caso passa a receber 730 euros, mantendo-se as actuais taxas de IRS, o que corresponde a um corte de 8,8%.

Salário mensal de 2000 euros brutos já perde mais de um salário e meio
Com este salário já se perde mais do que um subsídio e meio, em termos líquidos. Quem está a receber cerca de 1400 euros (ou seja, ganha cerca de dois mil euros brutos), vai deixar de receber 10% do seu rendimento mensal o que corresponde a perder mais de um salário e meio em termos anuais.

Salário mensal de 3000 euros brutos perde 10,9%
Um salário bruto de três mil euros para um casal com dois titulares e dois dependentes verá o seu rendimento líquido mensal cortado em 10,9% – perda mensal de 210 euros por aumento da taxa social única -, o que corresponde, em termos anuais, a cortar 1,7 subsídios. A perda anual é de 2.940 euros.

A partir dos 7 mil euros brutos, desaparecem dois salários
A redução no rendimento que se leva para casa atinge os 14%, ou seja, o equivalente aos dois subsídios, de férias e de Natal, a partir de salários brutos de sete mil euros ou líquidos da ordem dos 3.900 euros.

A promoção do emprego é o objectivo que o Governo pretende atingir com esta medida, por via da redução dos custos salariais. Além disso, esta medida tem como objectivo respeitar o quadro constitucional, na sequência da decisão do Tribunal. “O que propomos é um contributo equitativo, um esforço de todos por um objectivo comum, como exige o Tribunal Constitucional. Mas um contributo equitativo e um esforço comum que nos levem em conjunto para cima, e não uma falsa e cega igualdade que nos arraste a todos para baixo”.

Na simulação efectuada para um titular não casado e sem dependentes, os resultados são semelhantes (ver segunda tabela em baixo).

De salientar que as simulações efectuadas pelo Negócios, para trabalhadores do sector privado, não contempla o subsídio de refeição (grande parte é isenta do pagamento de IRS e Segurança Social) e utiliza as taxas de IRS em vigor este ano, uma vez que as tabelas de retenção na fonte para 2013 não são ainda conhecidas.

Nota ainda que as simulações não contemplam o crédito fiscal que o primeiro-ministro anunciou para os rendimentos mais baixos, mas não detalhou.

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Uma Mina de Pedófilos….São às carradas….Vergonha!

“Quando ainda não era bispo e também durante algum tempo depois de ser, abusei sexualmente de um jovem da minha entourage próxima. A vítima ainda está marcada”, disse o monsenhor Vangheluwe numa carta lida por um responsável da Igreja Católica belga numa conferência de imprensa.

“Isto será muito doloroso para a comunidade católica da Bélgica, estamos conscientes da crise de confiança que isso vai provocar junto de muitas pessoas”, afirmou na conferência de imprensa o chefe da Igreja belga, monsenhor André-Joseph Léonard.

Com esta decisão, a Igreja belga quer “virar a página em comparação com uma época não muito longínqua, na Igreja e fora dela, onde se preferia o silêncio”, acrescentou o primado da Bélgica.

Este caso não tinha sido denunciado publicamente e era desconhecido até esta confissão de Roger Vangheluwe. A Igreja tinha pedido a todos os envolvidos em abusos que se apresentasse à justiça e às vítimas que fizessem queixa.

O Vaticano anunciou já que o Papa Bento XVI aceitou a demissão do bispo de Bruges.

Três insofismáveis sofismas

Os defensores mais entusiastas do “Acordo de/sem Princípios”, congeminado entre o ME e a maioria dos sindicatos de professores, têm-se socorrido de falácias e de manigâncias argumentativas que necessitam de ser denunciadas e desmontadas em abono do rigor e da consistência discursiva.
No essencial, escoram a sua argumentação nos três sofismas seguintes:

– o primeiro reporta a uma manobra de ilusionismo intelectual que consiste em fazer desaparecer o dossier “substituição do modelo de avaliação” da ponderação das razões sobre o carácter aceitável ou inaceitável do “Acordo de/sem Princípios”, fazendo com que a avaliação do desempenho não interfira nas alegações abonatórias do mesmo.

Toda a cavalaria dos defensores do “Acordo de/sem Princípios” foi desviada, numa estratégia argumentativa manhosa, para uma abordagem truncada das carreiras e progressões, cientes de que este é o domínio onde é possível enaltecer avanços, embora, como mostrarei no âmbito do segundo sofisma, tal presunção seja ilusória.
Por mais artifícios retóricos ou ataques pessoais que os defensores do Acordo esgrimam, há uma constatação inatacável: sempre que reduzimos o essencial a um plano de irrelevância, estamos confrontados com uma argumentação falaciosa. A não ser que os professores (e até os sindicatos), os partidos políticos, a comunicação social e o país em geral se tenham equivocado ao longo dos últimos dois anos, na convicção que a grande bandeira da luta dos professores era a suspensão/substituição deste modelo de avaliação.
Podemos, então, admitir que, na prática (pois, já constatamos que as declarações de princípios dos sindicatos têm um valor muito relativo e efémero), os sindicatos concordam com a natureza e as dinâmicas do modelo de avaliação em vigor?
No mínimo, os sindicatos devem aos professores uma explicação cabal para a circunstância de terem optado pela secundarização da questão reivindicativa central, ou seja, a avaliação do desempenho.
Convém ter presente que a este sofisma acresce a perda de credibilidade por parte daqueles que, repentinamente e sem fundamento, passam a reconhecer validade e a aceitar consequências decorrentes de processos avaliativos que qualificaram de farsa.

– o segundo sofisma respeita à progressão na carreira e traduz-se na seguinte construção argumentativa: passamos a aceitar o inaceitável (a estrutura da carreira definida por Maria de Lurdes Rodrigues no D.L. 270/2009) para o convertermos em quadro comparativo de referência que nos permita atenuar ou diluir os aspectos inaceitáveis deste “Acordo de/sem Princípios” (a aceitação do sistema de quotas e a dilação do tempo de serviço requerido para atingir o topo da carreira) e transformá-los numa proposta mais aceitável se comparada com o inaceitável, entretanto, aceite (o D.L. 270/2009).

Este argumento só seria susceptível de obter algum acolhimento na verificação de duas condições que, felizmente, não ocorreram/ocorrem e que são as seguintes:
– ter existido uma aceitação por parte dos professores, quer da divisão na carreira imposta por MLR, quer da consequente redefinição da estrutura da carreira decorrente dos estrangulamentos introduzidos pelo acesso à categoria de “professor titular”, tal como consubstanciada no D.L. 270/2009;
– manterem-se as mesmas condições políticas (maioria absoluta do PS de Sócrates) que impossibilitassem a reversão da situação ao ante-socratismo e à estrutura anterior àquela que foi estabelecida pelo D.L. 270/2009.
Por conseguinte, o quadro de comparação só pode ser a situação anterior ao ataque que o socratismo desferiu aos direitos dos professores. Caso contrário, é como se alguém comparasse a recuperação de uma cidade, que sofre um cataclismo arrasador, à situação resultante do cataclismo e não à situação que existia antes da ocorrência do mesmo.
Aliás, os sindicatos teriam dado um grande contributo para o esclarecimento da opinião pública se tivessem desmascarado a criação dos professores titulares como um artifício destinado, não a qualificar a escola pública, mas a poupar recursos ao Estado, de modo a poderem ser esbanjados em projectos de salvação de Bancos e afins.

– o terceiro sofisma prende-se com a argumentação da inevitabilidade da aplicação do sistema de quotas e da falta de competência do governo para a reverter.

Como eu próprio e o Mário Carneiro já demonstrámos (ver aqui e aqui…), trata-se de uma escapatória para disfarçar o erro estratégico da precipitação dos sindicatos na aceitação das quotas, mas que é jurídica, técnica e politicamente inconsistente. Sobretudo, no momento em que na Assembleia da República já decorriam diligências políticas com vista à eliminação do sistema de quotas e à consagração da especificidade da profissão docente no quadro da Administração Pública (medida que custaria ao erário público a irrelevância de 80 milhões de euros no período de duas legislaturas e, que, como tal, não justificaria o braço de ferro – estranhamente viria a revelar-se de esferovite, entre sindicatos e ME).

Desmontadas estas falácias, apenas restam pequenos ganhos de “mercearia”, embora admita uma conquista substantiva e não despicienda que está em linha com o oráculo que, por duas vezes em 2009, ouvi presencialmente ser proferido pelo dirigente do SPGL, António Avelãs: “o processo negocial não vai ser fácil e prevê-se que dure anos”.
Está, pois, garantida a plena empregabilidade sindical. Acontece que quando se resolvem as questões essenciais, o sindicalismo perde muita da sua “pica”.
Publicada por Octávio V GonçalveS

Proposta para Condecoração de Valentim Loureiro

Que vergonha, Deus meu!

Gente fina….

PASME-SE A SER VERDADE BATEMOS MESMO NO FUNDO!!!
Proposta para Condecoração de Valentim Loureiro Embora o seu curriculum seja, por ora, insuficiente para preencher um alto cargo de Estado, entendemos que, pela sua natureza, perfil e reconhecidos serviços prestados à Nação, deverá ser condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por serviços relevantes a portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores.

Este gajo foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao Paigc que matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio. Foi desgraduado de capitão para soldado e expulso, com desonra, do exército. Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução. É cônsul honorário da Guiné-Bissau e usa esse título para falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende como se faz aos escravos. Roubou 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em USD sacado sobre um banco que não existia. E isto dos programas para os reformados é que é inacreditável? Inacreditável é o apoio dos sucessivos líderes do PPD/PSD até ao advento da liderança de Marques Mendes, inacreditável é o apoio explícito (embora embaraçado) de Sócrates. Inacreditável é o processo Apito Dourado demorar tanto tempo. Inacreditável é este gajo não estar na prisão. Inacreditável é ele receber uma pensão do nosso exército, como Major na reserva. Lembro que Major é um Oficial Superior. Inacreditável, não, esta é a realidade.

Tens vergonha??? Duvido, seu…

Não fiques assim, vais ser condecorado.

Doenças só para no próximo ano

Moderar a saude

O PS chumbou todos os projectos da oposição para pôr fim às taxas moderadoras na saúde, mas apresentará amanhã uma recomendação ao Governo para fazer “uma avaliação global” da questão de modo a mudar a lei, em 2010. Esta proposta, garantiu o vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro, é feita “em concertação” com o executivo. Hipocrisia é a palavra certa para definir esta atitude do PS. Se pensão fazer uma avaliação das taxas moderadoras isso quer dizer que reconhecem a injustiça que elas representam, mas preferem, mantê-las durante mais um ano por razões puramente politicas. E as populações que continuam a sofrer com elas não contam, especialmente e numa altura em que a crise aperta e sufoca muitas famílias. Como podem dizer que representam os cidadãos se colocam os interesses partidários á frente das pessoas? Será que só podemos ficar doentes em 2010? Esta gente não presta e não se cansa de o demonstrar, mas o que me custa mais a entender é que ainda haja quem pense em votar neles. Escumalha parlamentar é aquilo que são.

Este gosta é de malhar


O Malhador

Numa reunião de militantes do PS no largo do Rato para debater as três moções que no final do mês vão ser apresentadas no Congresso de Espinho, os autores das moções rivais de José Sócrates quiseram discutir a situação interna do PS. O histórico militante socialista Edmundo Pedro insistiu na critica à situação interna, alertando para o medo que existe entre os militantes do PS. “Verifiquei um total desinteresse, generalizado, notei outro fenómeno, pessoas que estão no aparelho de Estado que me diziam ‘não posso pronunciar-me, porque tenho medo“, disse Edmundo Pedro, acrescentando ainda: “isto é uma coisa que não é admissível no partido, o partido da liberdade e da cidadania, que não pode promover este tipo de posições“.
Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares e um dos subscritores da moção de José Sócrates, não lhes deu hipótese. “Sou provavelmente a única pessoa interessada em não discutir numa sessão de debate aberta as questões de governança interna e de pequena ou micro escala de um partido político“.
Eu cá gosto é de malhar na direita e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam de facto à direita do PS e são das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheço e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chic“, afirmou o ministro dos assuntos parlamentares.

O outro dizia que quem se mete com o PS leva, este diz que gosta de malhar neles. Não admira que haja quem esteja com medo. É que esta gente anda com um “piquinho” a ditadores e provavelmente, lá no fundo, concordam com a Ferreira Leite que isto da Democracia incomoda. Mas, o pior é que esta gente anda alucinada e já não sabe onde fica o cimo e o baixo nem a esquerda ou a direita. O PS faz a politica da direita mas diz estar bem à esquerda do PCP e do BE. Só não percebi se este sujeito anda de barriga cheia com as sondagens ou a borrar-se de medo com a crise. Uma coisa é certa, bem podia ir à merda.

Cavaco Silva deve dissolver já a Assembleia da República

Tenho de ser coerente e, em consequência, apelar ao Presidente da República para que dissolva a Assembleia da República.

O caso Freeport é demasiado grave para se fingir que nada se passa.

Seja verdade ou não, está lançada a suspeição sobre o Primeiro Ministro.

Toda a gente em Portugal pensa que o Primeiro Ministro é o ex-ministro do governo de António Guterres envolvido na questão das luvas do caso Freeport.

Eu lamento esta situação como português.Não sei se é verdade e até gostava que não fosse, que não seja.

Não posso é deixar de dizer que depois da busca à empresa do tio do Primeiro Ministro, a pedido das autoridades do Reino Unido, a única conclusão, ética e racional, é acreditar que a investigação no Reino Unido visa José Sócrates, Primeiro Ministro de Portugal.

Não sei se alguma vez Sócrates estudou lógica, mas só por eufemismo, cobarde, se pode dizer que não é José Sócrates a pessoa que está nas bocas do Mundo, nomeadamente em Portugal!

Aqui chegados valores mais altos se levantam.

Cavaco Silva não tem outra alternativa que não seja dissolver a Assembleia da República, manter o Governo em Gestão e convocar eleições.

Tem agora um campo de aplicação infindável a Lei Gresham.

Ninguém está a afirmar que José Sócrates é culpado. Mas é manifesto que é suspeito. É manifesto que o Povo pensa que é ele o visado.

Deixemo-nos de conversa fiada.

Os portugueses têm deixar de ter medo de serem cidadãos de pleno direito.

Portugal sai prejudicado. Portugal sai denegrido se esta situação se mantiver.

Se o visado fosse o PM britânico ele pediria, seria forçado a pedir a demissão.

E inadmissível que os tribunais britânicos estejam a investigar , ao que tudo aponta, o PM português e este se mantenha em funções em Portugal, como se nada se passasse.

Não me interessa que se diga que o PSD não está em condições de disputar, com sucesso ,eleições.

Isso não importa agora. O que é relevante é o nome de Portugal.

Todavia Cavaco Silva tem o dever , ético-constitucional , de impedir que continue esta afronta a Portugal, a afronta de haver dúvidas públicas sobre o PM , de saber que são feitas buscas ao tio do PM por tráfico de influências e nada fazer.

E que a investigação esteja a ser feita no Reino Unido!

O que pensarão os nossos parceiros da União Europeia disto?

Que prestígio terá Portugal se não houver dissolução da Assembleia da República?

Este estado de coisas tem de mudar.

É necessária uma posição firme e coerente do Presidente da República.

O Presidente da República deve fazer o mesmo que fez Jorge Sampaio quando era Presidente. Dissolver a Assembleia da República.Dar a voz ao Povo. Cumprir a Democracia.

Só assim se recuperará o prestígio de Portugal.

ADENDA:Face à notícia da TVI, de hoje , o PR vai fazer o quê? Demissão de José Sócrates, de imediato.

Posto por José Maria Martinsin Blogue de José Maria Martins

Caso Freeport Júlio Monteiro pôs Charles Smith em contacto com Sócrates

Júlio Monteiro pôs Charles Smith em contacto com Sócrates

dinheiro


Na investigação das autoridades inglesas sobre o ‘caso Freeport’, o senhor aparece ligado a uma empresa consultora do outlet, a Smith & Pedro, como intermediário para obter o licenciamento para o projecto…
Completamente falso. Eu conheci o Charles Smith através da sua mulher, que era administradora de um condomínio na Quinta do Lago onde comprei um apartamento em 1992. Esse senhor, mais tarde, estava ligado ao Freeport – e um dia queixou-se-me de que um gabinete de advogados estava a pedir-lhe quatro milhões de contos para obter o licenciamento.

E teve alguma intervenção nisso?
Eu disse-lhe: ‘Eh pá, não acredito que isso seja possível. Vou falar com o meu sobrinho’.

E falou?
Falei e ele disse: ‘Tio, isso é uma mentira pegada, porque eu é que trato desses assuntos. Mande vir esse fulano falar comigo’.

Foi o que fez?
Disse ao Charles para ligar para o Ministério do Ambiente e dizer que ia da parte do ministro José Sócrates.

E o assunto foi resolvido?
Nunca mais soube de nada… Depois até fiquei chateado, porque usou o meu nome e nem obrigado me disse. Nunca soube mais nada sobre o assunto.

Mas os ingleses dizem…
Peço desculpa de a interromper, mas não me interessa o que os ingleses dizem. Só eu é que sei, porque fui eu quem falou directamente com o meu sobrinho. E ele ficou completamente indignado, porque nessas questões era ele quem mandava. Se falar com o Charles, pergunte-lhe o que ele disse e o que lá foi fazer. Estou altamente arrependido de ter proporcionado isto…

Mas as autoridades têm indícios de que a Smith & Pedro terá obtido o licenciamento através…
Só quem não me conhece.

… através da sua influência junto do ministro do Ambiente.
Isso é mentira e vou pô-los em tribunal!

Mas o senhor é ‘suspeito’, o que não é o mesmo que ser ‘culpado’…
Eu sou suspeito, mas até agora não sabia de nada!

Suspeita-se que lhe terão sido pagas comissões, que foram para duas offshores…
Duas offshores em meu nome?

Sim. A Glenstal Trading Limited, constituída em Gibraltar pelo BCP e com conta numa sucursal no Funchal, mas que também tem conta no BPN, aberta em Cayman; e outra offshore também criada pelo BCP mas num estado americano, com conta em Cayman.
Realmente isso existe. Quer dizer, existiu. Mas não teve movimento nenhum, nem conseguem provar. É uma pura mentira que eu tenha recebido… Até fiquei muito chateado por o Smith nem me agradecer – e isto era altamente confidencial. Mas como vieram a saber das minhas offshores?

Continue a ler esta entrevista na edição impressa disponível nas bancas espalhadas por todo o país

Júlio Eduardo Coelho Monteiro, empresário, contou ao SOL como pôs o representante da Freeport em contacto com o sobrinho, José Sócrates. E responde às suspeitas sobre as suas offshores

O único caminho é a demissão, para bem deste País e de Portugal. Demita-se, pois é o que qualquer político decente e honesto faria.

Em França a Ministra Francesa da Justiça demitiu-se após o nascimento de um bébé de Pai incógnito e por escandalos  da sua vida pessoal.

Em Portugal os corruptos continuam impunes à vista de todos. Somam-se centenas de casos onde os casos são abafados ou nada lhes acontece.

No presente caso  Freeport, cujo escândalo atravessa fronteiras nacionais, é imperioso que por honra e dignidade e devido às suspeitas o primeiro se demita.

Espero  que a Maçonaria não tente encobrir este escândalo nem pressione Juízes de modo a abafar as investigações.

Por Portugal, Demita-se.

Os Compadrios na Justiça

O Preço da Justiça

Indeminizações

Quando o Tribunal, concedeu uma indeminização ao paulo Pedroso de mais de 100 mil euros (parece que recorreu porque quer mais, mais e mais), eu nada disse porque não entendo nada de códigos penais. Agora que chegou a vez de ser o Pinto da Costa a receber 20 mil euros por alegada detenção ilegal, correcto será fazer o mesmo. Quero no entanto fazer aqui um pedido aos nossos politicos e policias. Não persigam mais os poderosos deste país, todos aqueles que tenham dinheiro para recorrer aos mais caros advogados deste país, mesmo que tenham a certeza de haver crimes de corrupção, pedofilia, ou outro qualquer. Não os processem, deixem-nos ir em paz porque este país não tem dinheiro para pagar uma indeminização a cada um. Já vejo a bicha que se vai formar de gente a pedir para ser investigada e presa só a pensar nas indeminizações que depois vão receber. Até agora, apesar do dispendio de dinheiro destes processos , só saima dos tribunais a rir-se nas nossas caras da sua esperteza em descubrir um qualquer erro processoal, mas agora começam a custar demasiado caros a todos nós. Parem mas é de brincar às policias e aos tribunais, não vale, nem a vergnha nem o que custa. Ou então, façam o trabalho bem feito.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

O Emplastro Pinho

O Acelera

 Speed Racer

Há muito que já sabíamos que aquilo que o Manuel Pinho gosta é do seu Allgarve, das suas festas, do seu Golfe, dos seus hotéis, dos bons carros, dos bons espectáculos, resumindo, a boa vida de quem tem tempo e muito dinheiro para viver a vida. Gente que se considera com direito de viver acima, gente que sente predestinada a serem os “aristocratas” da modernidade. Ainda recentemente vi uma reportagem televisiva em que se mostravam duas famílias em férias no Algarve. Uma, portuguesa e grande que gastava mil euros para passar 15 dias num parque de campismo, outra de Ingleses, casal com um filho que gastavam cinco mil euros por dia. É destes últimos que o Manelinho gosta, é para eles que criou o Allgarve para não terem de viver no Algarve das famílias portuguesas. Dois mundos num mesmo espaço, o nosso e o deles. Foi isso que vi quando olhava para ele a visitar e elogiar um novo autódromo no Allgarve. Aí está mais uma grande obra, mais uma estrutura que nos fazia tanta falta como o Estádio do Algarve. Temos um no Estoril, que já custou milhões em negociatas, onde se fizeram obras e mais obras mas nunca deixou de necessitar de mais obras e que mais dia menos dia vai ser vendido à especulação imobiliária num negócio que vai pagar muitas férias de cinco mil euros por dia. Dali não sei para onde acelerou o Manuel Pinho, que justifica ser apanhado a cento e oitenta quilómetros por hora com as reuniões, mas muito provavelmente para dar mais umas tacadas no paraíso do golfe Allgarvio.


Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

O Poder de Mentir e de obstrução à verdade

Mas fez mal…

Mas fez mal, se não era previsível que eles poderiam estar a ser deixados em perigo, já me parece, no mínimo, negligência grosseira com dolo o facto de não terem chamado imediatamente as autoridades, tanto mais que sempre pensaram tratar-se de um rapto… E isso configura outros crimes como obstrução à justiça, ocultação e destruição de provas, etc., etc. Fossem outros e estariam, neste momento, aonde deviam estar, isto é, atrás das grades até explicarem, pelo menos, isto… Depois, teriam de dar motivos sérios para não responderem às questões que lhes foram colocadas e, já agora, explicarem muitíssimo bem, porque que alteraram a disposição dos móveis…

Mas como eram amiguinhos de governantes ingleses nunca se lhes pôde tocar… Pelo contrário, se dependesse de mim, até as coisas estarem esclarecidas não só não havia arquivamento nenhum, como fazia ponto de honra nacional em descobrir a verdade, doesse aquem doesse.
É intolerável… e muito triste…

Bela Pandilha do Clube de Bilderberg que deveriam estar dentro de Grades.

LEYA AQUI E AQUI

PJ garante que McCann manipularam provas e simularam rapto.

A Polícia Judiciária garante que os pais de Maddie alteraram a disposição de móveis e objectos do apartamento de onde desapareceu a filha no Verão passado, escreve hoje o Correio da Manhã.

A coincidência entre a sinalização de odor a cadáver e de sangue dada pelos cães-pisteiros atrás do sofá prova «indubitavelmente» que este foi encostado à parede depois da morte da criança.

Cama onde supostamente dormia Maddie sem vestigios de criança

A fotografia do quarto de Madeleine levantou questões à polícia e aos técnicos de polícia científica, às quais o casal McCann não soube responder.

Escreve o Correio da Manhã que Kate e Gerry dizem que a criança se deitou às 19h30, mas a cama está praticamente feita, com a coberta e os lençóis por abrir e o famoso peluche ao lado da almofada, no qual foi detectado odor a cadáver.

“Uma desgraça sentada em cómoda poltrona” (Baptista Bastos)

A Escola dos corruptos

O Tonecas

Alberto Martins, líder parlamentar socialista, disse que a sua bancada “não recebe lições de combate à corrupção do engenheiro João Cravinho” e promete continuar esse “combate sem tibiezas e sem desautorizar o esforço que está a ser feito”.

Eu não sei como acontece com os outros, mas eu não tenho vergonha de dizer que, apesar de ser um “cota”, todos os dias aprendo algo com aquilo que vejo, com aquilo que ouço, com os meus filhos ou com o Sr. da mercearia. Só esta escumalha, que abusa do poder que lhe deixamos ter, diz não aceitar lições de ninguém. Nem o Alberto Martins aceita lições sobre corrupção nem o Sócrates sobre “ser-se de esquerda”. Parece que sabem tudo sobre tudo, que têm todas as verdades enquanto nós, os outros, só temos maldade e ignorância. Até aceitam que lhes chamemos de arrogantes e prepotentes, mas infelizmente não é tão simples como isso. Este discurso é a melhor forma de não terem de se explicar sobre os problemas, de fugirem às responsabilidades que têm. Esta canalha protege os corruptos e envergonha o “ser-se de esquerda”. Mas, não cantem vitória, não pensem que esse discurso engana toda a gente. Ainda há quem os oiça e sinta asco nas suas palavras. Cada vez há mais gente que entende a pulhice que se esconde debaixo delas. Esta gente envergonha toda uma democracia.


Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

Petição do silêncio

A Petição das Crianças está bloqueada em Belém: Para o “Aníbal”, sempre que se fala em criança ele pensa em Mocidade Portuguesa…

“Faz hoje 2 meses que A Petição em Prol das Crianças Vítimas de Crimes Sexuais foi entregue no Palácio de Belém, sem que o Exmo. Presidente da República Portuguesa Aníbal Cavaco Silva tenha comunicado seja o que for, nem sequer a recepção da Petição, nem que a mesma iria ser objecto de análise, nada, rigorosamente nada. Também o pedido de audiência, remetido em Janeiro, continua sem resposta quase 7 meses depois.É assim que o Presidente escuta os cidadãos? É assim que o Presidente se mostra receptível às acções dos cidadãos? É assim que o Presidente demonstra o seu interesse nas questões relacionadas com as crianças, particularmente as que são vítimas de abuso sexual?Aníbal Cavaco Silva, preso numa agenda política, demonstra ser mais um presidente “para Inglês ver”. Shame on you Mr. President, Shame on you.”

Gentinha reles


 Lei laboral

Pois é meus amigos, o Engenheiro cumpriu com a tarefa que lhe foi destinada pelos seus donos do Clube de Bilderberg de acabar com os direitos laborais neste país. Depois deste acordo pouco mais resta para fazer e quando chegar a hora da mudança de turno nesta politica de alterne, ficará para o próximo governo do PSD acabar o trabalho. Como era de esperar a CGTP abandonou a reunião, a UGT caucionou o acordo, os patrões mostraram-se satisfeitos, fazendo a habitual ressalva de que se podia ter ido mais longe e até a CAP resolveu aparecer para assinar e dizer que é uma excelente lei laboral. O Engenheiro veio com o seu conhecido discurso da importância desta lei para o desenvolvimento e para o progresso do país. Como sempre tem acontecido, vai passar o tempo e vamos ver que piorou o ambiente de trabalho nas empresas, que vão continuar os baixos salários, a precariedade do emprego e o país em permanente crise e a baixar no ranking europeu (o que não é fácil pois até Malta já nos ultrapassou e já restam poucos degraus para descer). Estes vendilhões do país metem-me nojo.

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Organismo do Ministério das Finanças estuda proposta de lei que isenta grandes fortunas

Daniel Rocha (arquivo)
O Ministério das Finanças discorda do projecto em análise

O Centro de Estudos Fiscais (CEF) do Ministério das Finanças, um dos serviços centrais da Direcção-Geral dos Impostos (DGCI), está analisar a proposta de lei patrocinada pelo Ministério da Justiça sobre o fundo fiduciário, cuja existência o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, declarou no Parlamento desconhecer e com a qual estaria em desacordo, por não ser “consistente” com a “prioridade do Governo” de combater a fraude e evasões fiscais.

A lei visa criar um fundo (trust) cujo efeito prático poderá resultar em que grandes fortunas fiquem a salvo de credores privados, bem como do fisco ou Segurança Social.

Uma proposta de articulado completo da lei, com o respectivo pedido de autorização legislativa (a solicitar ao Parlamento), bem como uma nota de exposição de motivos que costuma acompanhar os diplomas que sobem ao Conselho de Ministros terão sido encaminhados para o Ministério das Finanças no final de Fevereiro. Pelo menos assim parece depreender-se da nota manuscrita no projecto, aparentemente do ministro da Justiça, Alberto Costa: “Dadas as importantes implicações fiscais desta iniciativa legislativa, solicita-se com carácter prévio o parecer de V. Excia. o ministro de Estado e das Finanças.”

In “Público” ( clique aqui oara ler o resto da notícia)