Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 04

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000

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“Professores preparam alunos para exames em vez de dar a matéria”

As provas de aferição não devem incidir sempre sobre as mesmas disciplinas, os mesmos anos de escolaridade, nem realizar-se na mesma altura do ano. Esta é a opinião de Paulo Feytor Pinto, da Associação de Professores de Português, que alerta para o facto de alguns professores estarem a preparar os alunos para os exames em vez de completarem o programa, agora que o ano lectivo está a terminar.

“Pode-se responder bem num exame e não ter os conhecimentos. Alguns professores podem estar a preparar os alunos para isto em vez de estarem a dar a matéria, o que não faz sentido”, afirmou ao DN. O responsável da associação teme que parte da matéria não esteja sequer a ser leccionada “porque não sai na prova”. E dá o exemplo da oralidade, que não é testada na prova, acabando por ser menosprezada pelos docentes.

“Não estamos contra a realização destas provas”, sublinha Paulo Feytor Pinto, contestando apenas a forma como elas são postas em prática. A sua regularidade e previsibilidade é que condicionam os resultados, acrescenta. “E é inaceitável que não se saiba nada sobre outras disciplinas para além da matemática e língua portuguesa.”

A Associação de Professores de Português defende, à semelhança do que acontece noutros países, que as provas sejam feitas por amostragem e não a todos os alunos e que abranjam, anualmente, dois anos de escolaridade mas não apenas o 4.º e o 6.º.

Sobre as ilações que foram retiradas das provas realizadas no ano passado, Paulo Feytor Pinto não se pronuncia, considerando que esta questão deve ser colocado às escolas e ao próprio Ministério da Educação. Mas recorda o que diz serem os “inúmeros diagnósticos feitos no nosso País, cujas consequências foram nulas”.

Isabel Rocha, da Associação de Professores de Matemática, tem uma visão mais positiva e considera que a leitura dos resultados deve ser feita localmente, a nível de escola e de agrupamento. E afirma que já há casos em que os resultados reflectem o esforço de formação contínua feito pelos professores. “Há alunos de professores que estavam no programa de formação cujos resultados melhoraram”, disse ao DN, dando como exemplo o distrito de Leiria. “Se há discrepâncias grandes nas notas de escolas do mesmo agrupamento, isso deve ser tido em conta na formação.” Por isso, acrescenta, “os centros de formação devem estar atentos e programar as suas acções nesse sentido”.

O Ministério da Educação esclarece que estas provas são apenas um instrumento para aferir a evolução da situação. E lembra que os resultados foram devolvidos às escolas para que pudessem ser comparados a nível nacional, distrital e local. E se há ilações a retirar a um nível mais global, como as que se prendem com a qualidade dos manuais escolares, outras têm de ser analisadas a nível local.

Fonte do ME escusou-se a adiantar se esta aferição será alargada a outras matérias e anos escolares.

R.C. In “DN”

EXIGE-SE O PAGAMENTO PELAS PROVAS DE AFERIÇÃO

Ministério acusado de não reconhecer preparação, execução e correcção das provas
Sindicato exige pagamento de horas extraordinárias a professores destacados para provas de aferição

O Sindicato de Professores da Região Centro (SPRC), afecto à Fenprof, exigiu hoje que os docentes destacados para preparar, vigiar e corrigir as provas de aferição no 1º ciclo sejam pagos por estas actividades como serviço extraordinário.

Em comunicado, o sindicato revela que recebeu “várias denúncias” de docentes “profundamente escandalizados e revoltados com o Ministério da Educação” por a tutela não lhes reconhecer como serviço extraordinário todo o trabalho de preparação, execução e correcção das provas.

Segundo a estrutura sindical, o Ministério da Educação considera que este trabalho deve ser prestado de forma gratuita e suplementar ao exercício de actividade lectiva prevista para o mesmo dia da realização das provas.

No ano passado, numa conferência de imprensa sobre as provas de aferição do 4º e 6º anos, o secretário de Estado adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, afirmou que a correcção das provas não seria paga, já que “faz parte do trabalho dos professores”. “A avaliação dos alunos faz parte do trabalho dos professores”, reiterou hoje à Lusa fonte oficial.
[…]
“O SPRC está a apelar a todos os docentes que sejam aplicadores das provas de aferição do 1º ciclo para que contabilizem todas as horas gastas em todo o processo de aferição, para exigirem junto do respectivo conselho executivo o pagamento das respectivas horas como prestação de serviço docente extraordinário”, afirma o sindicato.

A estrutura sindical exige que o Ministério da Educação confira às escolas “plena autonomia” para decidirem sobre a forma de gestão do horário, no sentido de garantir que não existe qualquer prejuízo nem para professores, nem para alunos.
[…]
Os professores destacados para vigiar e corrigir os exames nacionais do ensino secundário recebem esse trabalho como serviço extraordinário.

Toda a notícia no Público.