-Atenção :Vídeo Chocante , filmado com uma câmara escondida numa quinta Chinesa.
ABAIXO EXPLICO O PROCESSO.
Com uma câmara escondida filmaram animais sendo retirada a pele todos ainda vivos, dizem que é para permitir um corte limpo, depois as carcaças são jogadas em pilhas ainda vivos e por mais ou menos 10 minutos o coração bate e olhos piscam e as patas dos cães tremem, teve um que levantou a cabeça e fixou OS olhos ensanguentados directo para câmara. Se não quiserem ver o vídeo ao menos assinem a petição, precisamos de agir.
O vídeo que se segue é de uma violência dolorosa. Os seus silêncios atingem o fundo cada um de nós. Protegendo OS animais tornamos-nos maiores. O planeta não é nosso, apenas o dividimos entre todos…
Por favor, ganha uns minutos do teu tempo e assina esta petição!
Faz também chegar esta mensagem a quem consideres poder ser sensível a esta causa.
Cuidado ao ver o vídeo, é mesmo muito violento.
According to the U.N., going vegetarian would have a positive impact on climate change. ITN’s Rags Martel reports.
In Jornal I, 14/11/2009
Clicar na imagem para aumentar
In DN online, 13/11/2009
O PSD e, especificamente, o líder do seu grupo parlamentar, Aguiar Branco, vinham assumindo uma postura de grande coerência e determinação na forma como estavam a honrar os seus compromissos públicos com os professores, sendo visível, nas escolas, a admiração e o respeito que os professores vinham manifestando pelas posições do partido.
Com esta postura de aproximação ao PS, abdicando da exigência de suspensão do modelo de avaliação e do esforço de convergência com os outros partidos da oposição para suspenderem o modelo de avaliação e os seus efeitos, o PSD prepara-se para desbaratar todo o crédito que vinha granjeando junto da classe docente.
Com a agravante de que os professores não esquecem os compromissos públicos do PSD em suspender este modelo de avaliação e, sobretudo, a promessa pública feita ao PROmova, em Vila Real, pelo cabeça de lista local, Montalvão Machado, de que o modelo de avaliação e os seus efeitos seriam travados na Assembleia da República.
Acontece que existe uma diferença crucial entre votar no Parlamento a suspensão do modelo de avaliação e dos seus efeitos, isto é, assegurar a não penalização dos que se recusaram a participar nesta farsa de avaliação (o que é apenas recomendado, mas a que a ministra já respondeu negativamente), mas, sobretudo, não permitir que esta avaliação introduza diferenciações entre os professores, ou deixar ao governo a substituição do modelo, mantendo as vantagens injustas decorrentes das avaliações de “excelente” e de “muito bom”.
E este constitui o erro crasso do PSD, pois não se pode afirmar que o modelo de avaliação em vigor “foi muito mau em todos os aspectos para a dignidade dos professores e para o funcionamento das escolas”, para, em simultâneo, se abdicar de tirar daqui todas as consequências.
Permitir que o governo valide classificações de “excelente” e de “muito bom”, obtidas no quadro do modelo de avaliação em vigor, é uma postura irresponsável, inconsequente, destituída de seriedade e de exigência, mas sobretudo, injusta para aqueles milhares que assumiram o dever cívico da “desobediência civil” que permitiu pôr fim a um modelo errado, incompetente e absurdamente injusto. Quem pactuou com a incompetência deste modelo e procurou, de forma oportunista, aproveitar com a mesma, não pode ser recompensado com vantagens em termos de carreira e de concursos face aos colegas resistentes e que prestaram um inestimável serviço à qualificação da escola pública e à dignificação dos professores.
Além do mais, porque estas classificações aconteceram em condições de não reconhecimento da competência dos avaliadores, de deterioração de relações pessoais e profissionais, bem como de sucessivos incumprimentos de prazos e de procedimentos. E, acima de tudo, porque essas classificações máximas não traduzem com rigor e objectividade a adequada distribuição das competências e qualificações dos professores em cada escola, pois muitos dos melhores optaram pela defesa da sua dignidade, pela exigência de uma avaliação rigorosa, credível e justa, assim como privilegiaram a preservação do investimento nas aprendizagens dos seus alunos e não a burocracia asfixiante da sua avaliação.
Para mim, pessoalmente, é uma pena ver o PSD interromper, de forma tão inexplicável e injustificada, uma trajectória de aproximação aos professores e às suas justas reivindicações.
A concretizar-se esta opção, resta-me o lamento e o arrependimento pela esperança que coloquei, e contribuí para que outros colegas o fizessem também, no PSD.
Octávio V Gonçalves
(NEP e NBlogger)
Parlamento Europeu: Audiência sobre Aquecimento Global com Sir Paul McCartney e Dr Rajendra K. Pachauri
10-11-2009
O Parlamento Europeu será anfitrião de um vasto evento sobre o Aquecimento Global e directivas alimentares a 3 de Dezembro, no qual o Secretário do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas Dr Rajendra K. Pachauri e o activista ambiental Sir Paul McCartney irão pressionar legisladores e peritos quanto ao papel individual no combate às alterações climáticas, por exemplo, ao comer menos carne.
A audiência “Aquecimento Global e Directivas Alimentares: Menos Carne= Menor Aquecimento” acontece a 3 de Dezembro, na Câmara de Plenário do Parlamento, em Bruxelas, das 10.00 às 12.30, presidida pelo Vice-Presidente Edward McMillan-Scott.
O discurso de abertura será feito pelo Presidente do Parlamento Jerzy Buzek. Será seguido de uma conferência de imprensa.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) efectuou EM 2006 um completo relatório “A Imensa Sombra do Gado” onde era demonstrado que a produção de carne, a nível da intensidade de emissão de gases com efeito de estufa
e do consumo de água, é muito pouco eficiente quando comparada com a produção de alimentos vegetais.
No limiar da Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas em Copenhaga, o evento reflecte a percepção de que as alterações climáticas precisam de ser abordadas a todos os níveis- individual sobretudo, mas também local, regional, nacional, Europeu e mundial.
Enquanto corpo legislativo, o Parlamento vota nas leis da União Europeia que ajudam a abrandar as alterações climáticas.
O Parlamento examinou por completo as questões das alterações climáticas no que concerne à agricultura, alimentação e políticas do desenvolvimento e apresentará os seus pontos de vista aos chefes governamentais reunidos na capital dinamarquesa
entre 7 e 18 de Dezembro de 2009.
Informações Práticas
A conferência de imprensa com o Vice-Presidente do Parlamento Europeu Edward McMillan-Scott, Dr Rajendra K. Pachauri e Sir Paul McCartney é às 12.30, PHS 0A050, na sala Anna Politkovskaya.
Sessão fotográfica com o Presidente do Parlamento Europeu Jerzy Buzek, Dr Rajendra K. Pachauri, Sir Paul McCartney e Vice-Presidente Edward McMillan-Scott no gabinete do Presidente às 10.50 (acesso limitado).
Contacto
Andrzej SANDERSKI
: andrzej.sanderski@europarl.europa.eu
: (32-2) 28 31051 (BXL)
: (33-3) 881 73479 (STR)
: (+32) 498 98 33 35
——————————————————————————–
Janez VOUK
: janez.vouk@europarl.europa.eu
: (32-2) 28 31053 (BXL)
: (33-3) 881 74897 (STR)
: (+32) 498 98 33 37
Source: Global Warming Hearing with Sir Paul McCartney and Dr Rajendra K. Pachauri
Autor: tradução Vera Martins
Other EVANA-articles about this topic:
EP: Global Warming Hearing with Sir Paul McCartney and Dr Rajendra K. Pachauri (en)
Belmiro de Azevedo só pode andar distraído. Empregos razoáveis, mais baratos? Só se for de graça ou, se calhar, no Continente. Mas mais curioso ainda é Paulo Azevedo, seu filho e presidente executivo da Sonae, apresentar a empresa afirmando que investem na criação de emprego de qualidade, contribuindo para o desenvolvimento dos colaboradores e parceiros que com eles actuam… Em que é que ficamos?
Isto tudo no dia em que se soube que o volume de negócios da Sonae cresceu seis por cento nos primeiros nove meses deste ano, com um aumento de 42 por cento no resultado líquido directo total da empresa… Será da crise?
MM
Publicada por Precários Inflexíveis
CNN reports on the secret seociety based at Yale, including how Bonesmen stole the skull of Native American leader Geronimo.

Excelentíssimo senhor primeiro-ministro: Sensibilizado com o que tudo indica ser mais
uma triste confusão envolvendo o senhor e o seu grande amigo Armando Vara, venho desde já solidarizar-me com a sua pessoa, vítima de uma nova e terrível injustiça. Quererem agora pô-lo numa telemovela – perdoe-me o neologismo – digna do horário nobre da TVI é mais um sintoma do atraso a que chegámos e da falta de atenção das pessoas para as palavras que tão sabiamente proferiu aquando do último congresso do PS: “Em democracia, quem governa é quem o povo escolhe, e não um qualquer director de jornal ou uma qualquer estação de televisão.” O senhor acabou de ser reeleito, o tal director de jornal já se foi embora, a referida estação de televisão mudou de gerência, e mesmo assim continuam a importuná-lo. Que vergonha.
Embora no momento em que escrevo estas linhas não sejam ainda claros todos os contornos das suas amigáveis conversas, parece-me desde já evidente que este caso só pode estar baseado num enorme mal-entendido, provocado pelo facto de o senhor ter a infelicidade de estar para as trapalhadas como o pólen para as abelhas – há aí uma química azarada que não se explica. Os meses passam, as legislaturas sucedem-se, os primos revezam-se e o senhor engenheiro continua a ser alvo de campanhas negras, cabalas, urdiduras e toda a espécie de maldades que podem ser orquestradas contra um primeiro-ministro. Nem um mineiro de carvão tem tanto negrume à sua volta. Depois da licenciatura na Independente, depois dos projectos de engenharia da Guarda, depois do apartamento da Rua Braamcamp, depois do processo Cova da Beira, depois do caso Freeport, eis que a “Face Oculta”, essa investigação com nome de bar de alterne, tinha de vir incomodar uma pessoa tão ocupada. Jesus Cristo nas mãos dos romanos foi mais poupado do que o senhor engenheiro tem sido pela joint venture investigação criminal/comunicação social. Uma infâmia.
Mas eu não tenho a menor dúvida, senhor engenheiro, de que vossa excelência é uma pessoa tão impoluta como as águas do Tejo, tirando aquela parte onde desagua o Trancão. E não duvido por um momento que aquilo que mais deseja é o bem do País. É isso que Portugal teima em não perceber: quando uma pessoa quer o melhor para o País e está simultaneamente convencida de que ela própria é a melhor coisa que o País tem, é natural que haja um certo entusiasmo na resolução de problemas, incluindo um ou outro que possa sair fora da sua alçada. Desde quando o excesso de voluntarismo é pecado? Mas eu estou consigo, caro senhor engenheiro. E, com alguma sorte, o procurador-geral da República também. Atentamente, JMT.
O Bloco pediu esta sexta-feira “decisões e esclarecimentos” rápidos sobre o processo Face Oculta porque “não é sustentável manter o actual clima de suspeição” e reiterou que José Sócrates tinha conhecimento das negociações entre a PT e a TVI. Ana Drago defendeu que “as tomadas de decisões têm de ser rápidas e portanto não se pode prolongar esta sensação de suspeição e de confusão que se vive no campo da Justiça”.
Skinned alive
It’s not a bad dream
It happens in real life
They tear off our skin
while we are still alive
why do they take
our souls away
for coats to wear
on winter days ?
We are scared and afraid
Facing our death alone
standing in a line
waiting for our turn
look into our eyes
we feel pain just like you
but we cannot talk
that’s why we need you
Let’s get together
Let’s give them a voice
Get up, stand up
Let’s make that choice
The animal rights revolution starts
We will fight for the beating hearts
We have to answer their cry to survive
And let the animals stay beautiful alive !
Born into deprivation
Short life in a tiny cell
Misery and isolation
Angels forgotten in hell
Our bodies laid aside,
Our bones are thrown
Now, our death is ready to be worn
No protection and no explanation
To this deadly pain, humiliation
We have only you, please understand
Save us from fashion’s cruel deadly hand
Let’s get together
Let’s give them a voice
Get up, stand up
Let’s make that choice
The animal rights revolution starts
We will fight for the beating hearts
We have to answer their cry to survive
And let the animals stay beautiful alive !
——————————————-
Lyrics: Shiri Shemer & Jane Halevy
Composition: Elad Elharar & haim Kairi
Music production & Arrangements: Solly Gershkovich & Ilan Pustopetski
Singer: Noa Lembersky
Guitars: Lidor Levy
Piano & Keyboards: Solly Gershkovich & ilan Pustopetski Bass: Uri Kleinman
Drums: Tomer Zidkiyhu
Mix: Erez Caspy
Mastering: Shmulik Daniel
Recording technician: Tomer Matana
Produced by Uzi George “GP”
video clip produced by ADOM film
Lancé à l’initiative de International Anti-Fur Coalition
O pior do “caso” Face Oculta é a falta de novidade. É tudo mais uma vez. Mais uma vez, vemos essa fábrica de suspeitas ironicamente chamada “justiça” servir para os nossos políticos se entreterem num teatrinho inconclusivo de justiceiros e de vítimas – papéis que desempenham à vez.
Mais uma vez, constatamos como cada “caso” põe em causa todo o sistema, com a guerra entre magistrados e a proposta de mais leis no Parlamento.
Mais uma vez, o fio da meada remete para o nosso Estado “tentacular”, cuja omnipresença e venalidade são o melhor atalho para quem quer dominar e enriquecer. Mais uma vez –e a questão é: até quando? A chamada “corrupção” começa a ser sinal de um mal maior: o apodrecimento do regime. Todos os regimes, por mais perfeitos, têm prazos de validade, porque o mundo, as ideias e as pessoas mudam, deixando as instituições para trás.
O nosso actual regime, se estivesse à venda num supermercado, já estaria na secção dos produtos com grande desconto. Até quando durará a nossa paciência? Até quando vamos suportar um regime que deixou de cumprir os mínimos (condenar culpados e absolver inocentes), e onde um Estado cada vez mais pesado parece funcionar como instrumento de controle da sociedade por grupos de políticos e negociantes?
Sem o seguro de vida europeu que a nossa classe política comprou em 1986, já estaríamos a viver noutra era.
Woman stole “swine flu” vaccine in Sweden
A woman was seen rushing into a local vaccine station in Luleå in the north of Sweden, grabbing three syringes and then rushing back out into a waiting car. The car drove away at a high speed.
According to the local Police, Rolf Hamstig, there is no trace of the woman but certain tips to the police has been given.
It is unclear weather the woman stole the vaccine (which is given for free in Sweden) for her own use or if she stole it in order to be able to test it in an independant lab to objectively establish what it contains. This might be a big problem since the Swedish agreement with GlaxoSmithKline, the manufacturer of the poisonous Pandemrix “swine flu” vaccine forbids disclosure of the real ingredients in the shots.
O empresário que entregou uma mala de dinheiro a António Preto foi sócio do primeiro-ministro num negócio de bombas de gasolina.
O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no “caso da mala”, foi sócio de José Sócrates , Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.
Associaram-se na empresa Sovenco, na Amadora, e António Manuel Simões Costa, fundador do PS/Lisboa, foi o mentor da empresa que teve vida curta.
António Preto conheceria Sobral mais tarde, em 1997, e garante: “Nunca me disse que conhecia Sócrates ou Vara”. Simões explicou ao Expresso como nasceu a Sovenco e o que o aproximou dos demais sócios: “Conheci-os nas campanhas do partido e estivemos todos com Guterres”. O partido aproximou-os e Guterres uniu-os. Mas também os haveria de separar. Sócrates, Vara e Rui Vieira prosseguiram a carreira política. O primeiro chegou a líder do partido e do Governo, o segundo foi ministro de Guterres e fez carreira na banca, e Rui Vieira chegou à direcção nacional do PS e a deputado.
Sobral de Sousa foi conciliando a vida política com a empresarial e dele Manuel Simões lembra-se do primeiro grande negócio: “Um dia veio ter comigo e perguntou-me se queria entrar na compra de um terreno na Figueira da Foz”. Simões não se entusiasmou. “Fui burro. Ele e o João (antigo presidente da União de Leiria) já o tinham vendido antes mesmo de o comprar. Não gastaram dinheiro e ganharam 140 mil contos cada”.
Mas o veterano na política era Manuel Simões: “Fui assessor do ministro do Trabalho Costa Martins em 1975, transitei para o mandato de Marcelo Curto, fui o primeiro dirigente da FAUL” e, garante, se o PS tem uma sede na Buraca a ele o deve: “Fui eu que a comprei”.
Amigos do Parlamento
Em 1989, ano de fundação da Sovenco, Sócrates e Vara já tinham consolidado uma amizade feita no Parlamento, enquanto deputados. Então porquê esta incursão no mundo empresarial? Simões lembra uma conjugação de factores: “Cavaco Silva governava com maioria absoluta. E, entretanto, os suecos, com quem eu tinha boas relações, sugeriram-me que arranjasse quem representasse os pneus Jislaved e as jantes Ronal”.
Lembrou-se destes sócios por razões diferentes: “Sobral foi o responsável pela implantação do Círculo de Leitores. Vendi-lhes milhares de contos em peças de cristal; Rui Vieira trabalhava numa seguradora em Leiria, onde eu tinha uma fábrica; Sócrates e Vara conhecia-os das campanhas do PS. Éramos todos amigos e próximos de Guterres”.
Pneus, jantes e estações de serviço
Recorda-se de Sócrates e Vara terem chegado ao pé dele e de lhe terem pedido apoio para darem início a uma vida empresarial. Simões sugeriu que se juntassem a ele na representação dos pneus, de jantes e da compra de terrenos para construção de estações de serviço. O negócio foi-se fazendo, ainda que a empresa tenha sido encerrada e todo o seu património integrado numa outra (ANSIEL). Mas, diz Simões, Sócrates, Vara e Vieira pouco tempo ficaram.
“Ao fim de um ano vieram ter comigo e disseram-me que Guterres lhes tinha apresentado um projecto para ganhar o partido. Respondi-lhes que se aceitassem deviam deixar a empresa. Mas tal como entraram sairam, não fizeram um negócio que fosse e o património que havia foi o que ficou”. Manuel Simões ficou na empresa e não tem razões de queixa. Com a Dinara, empresa de troféus de cristal faz negócio “com quase todas as autarquias, excepto a da Amadora”, apesar de conhecer bem o presidente Joaquim Raposo: “Conheço-o, ainda ele era taxista”, diz.
A amizade com os restantes ficou e Simões caracteriza-os: “Sócrates é decidido, mas incapaz de violar princípios; Vara é voluntarioso e criativo e Sobral um negociante nato que gosta muito de dinheiro”.











































































