Stop Seal Hunters – Canada

2009 Novembro 13



Boycott Canadian Seafood

Cruelty to Animals: Mechanized Madness

2009 Novembro 13



Quando não se luta,perde-se sempre!

2009 Abril 21
por Tollwut

2875_1119114787866_1526936733_281530_1819141_nFoto: Teodoro

Sócrates vs. Sócrates

2009 Julho 1
por Tollwut

Swiss Animal Protection./EAST International.

2009 Outubro 28

-Atenção :Vídeo Chocante , filmado com uma câmara escondida numa quinta Chinesa.

 

 

ABAIXO EXPLICO O PROCESSO.

Com uma câmara escondida filmaram animais sendo retirada a pele todos ainda vivos, dizem que é para permitir um corte limpo, depois as carcaças são jogadas em pilhas ainda vivos e por mais ou menos 10 minutos o coração bate e olhos piscam e as patas dos cães tremem, teve um que levantou a cabeça e fixou OS olhos ensanguentados directo para câmara. Se não quiserem ver o vídeo ao menos assinem a petição, precisamos de agir.

O vídeo que se segue é de uma violência dolorosa. Os seus silêncios atingem o fundo cada um de nós. Protegendo OS animais tornamos-nos maiores. O planeta não é nosso, apenas o dividimos entre todos…
Por favor, ganha uns minutos do teu tempo e assina esta petição!
Faz também chegar esta mensagem a quem consideres poder ser sensível a esta causa.
Cuidado ao ver o vídeo, é mesmo muito violento.

Go Vegan and save the planet

2009 Outubro 28
por Tollwut

According to the U.N., going vegetarian would have a positive impact on climate change. ITN’s Rags Martel reports.

O erro crasso do PSD

2009 Novembro 14


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In Jornal I, 14/11/2009

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In DN online, 13/11/2009

O PSD e, especificamente, o líder do seu grupo parlamentar, Aguiar Branco, vinham assumindo uma postura de grande coerência e determinação na forma como estavam a honrar os seus compromissos públicos com os professores, sendo visível, nas escolas, a admiração e o respeito que os professores vinham manifestando pelas posições do partido.
Com esta postura de aproximação ao PS, abdicando da exigência de suspensão do modelo de avaliação e do esforço de convergência com os outros partidos da oposição para suspenderem o modelo de avaliação e os seus efeitos, o PSD prepara-se para desbaratar todo o crédito que vinha granjeando junto da classe docente.
Com a agravante de que os professores não esquecem os compromissos públicos do PSD em suspender este modelo de avaliação e, sobretudo, a promessa pública feita ao PROmova, em Vila Real, pelo cabeça de lista local, Montalvão Machado, de que o modelo de avaliação e os seus efeitos seriam travados na Assembleia da República.
Acontece que existe uma diferença crucial entre votar no Parlamento a suspensão do modelo de avaliação e dos seus efeitos, isto é, assegurar a não penalização dos que se recusaram a participar nesta farsa de avaliação (o que é apenas recomendado, mas a que a ministra já respondeu negativamente), mas, sobretudo, não permitir que esta avaliação introduza diferenciações entre os professores, ou deixar ao governo a substituição do modelo, mantendo as vantagens injustas decorrentes das avaliações de “excelente” e de “muito bom”.
E este constitui o erro crasso do PSD, pois não se pode afirmar que o modelo de avaliação em vigor “foi muito mau em todos os aspectos para a dignidade dos professores e para o funcionamento das escolas”, para, em simultâneo, se abdicar de tirar daqui todas as consequências.
Permitir que o governo valide classificações de “excelente” e de “muito bom”, obtidas no quadro do modelo de avaliação em vigor, é uma postura irresponsável, inconsequente, destituída de seriedade e de exigência, mas sobretudo, injusta para aqueles milhares que assumiram o dever cívico da “desobediência civil” que permitiu pôr fim a um modelo errado, incompetente e absurdamente injusto. Quem pactuou com a incompetência deste modelo e procurou, de forma oportunista, aproveitar com a mesma, não pode ser recompensado com vantagens em termos de carreira e de concursos face aos colegas resistentes e que prestaram um inestimável serviço à qualificação da escola pública e à dignificação dos professores.
Além do mais, porque estas classificações aconteceram em condições de não reconhecimento da competência dos avaliadores, de deterioração de relações pessoais e profissionais, bem como de sucessivos incumprimentos de prazos e de procedimentos. E, acima de tudo, porque essas classificações máximas não traduzem com rigor e objectividade a adequada distribuição das competências e qualificações dos professores em cada escola, pois muitos dos melhores optaram pela defesa da sua dignidade, pela exigência de uma avaliação rigorosa, credível e justa, assim como privilegiaram a preservação do investimento nas aprendizagens dos seus alunos e não a burocracia asfixiante da sua avaliação.
Para mim, pessoalmente, é uma pena ver o PSD interromper, de forma tão inexplicável e injustificada, uma trajectória de aproximação aos professores e às suas justas reivindicações.
A concretizar-se esta opção, resta-me o lamento e o arrependimento pela esperança que coloquei, e contribuí para que outros colegas o fizessem também, no PSD.

Octávio V Gonçalves
(NEP e NBlogger)

Parlamento Europeu: Audiência sobre Aquecimento Global com Sir Paul McCartney e Dr Rajendra K. Pachauri

2009 Novembro 14

10-11-2009

O Parlamento Europeu será anfitrião de um vasto evento sobre o Aquecimento Global e directivas alimentares a 3 de Dezembro, no qual o Secretário do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas Dr Rajendra K. Pachauri e o activista ambiental Sir Paul McCartney irão pressionar legisladores e peritos quanto ao papel individual no combate às alterações climáticas, por exemplo, ao comer menos carne.

A audiência “Aquecimento Global e Directivas Alimentares: Menos Carne= Menor Aquecimento” acontece a 3 de Dezembro, na Câmara de Plenário do Parlamento, em Bruxelas, das 10.00 às 12.30, presidida pelo Vice-Presidente Edward McMillan-Scott.
O discurso de abertura será feito pelo Presidente do Parlamento Jerzy Buzek. Será seguido de uma conferência de imprensa.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) efectuou EM 2006 um completo relatório “A Imensa Sombra do Gado” onde era demonstrado que a produção de carne, a nível da intensidade de emissão de gases com efeito de estufa
e do consumo de água, é muito pouco eficiente quando comparada com a produção de alimentos vegetais.

No limiar da Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas em Copenhaga, o evento reflecte a percepção de que as alterações climáticas precisam de ser abordadas a todos os níveis- individual sobretudo, mas também local, regional, nacional, Europeu e mundial.

Enquanto corpo legislativo, o Parlamento vota nas leis da União Europeia que ajudam a abrandar as alterações climáticas.
O Parlamento examinou por completo as questões das alterações climáticas no que concerne à agricultura, alimentação e políticas do desenvolvimento e apresentará os seus pontos de vista aos chefes governamentais reunidos na capital dinamarquesa
entre 7 e 18 de Dezembro de 2009.

Informações Práticas
A conferência de imprensa com o Vice-Presidente do Parlamento Europeu Edward McMillan-Scott, Dr Rajendra K. Pachauri e Sir Paul McCartney é às 12.30, PHS 0A050, na sala Anna Politkovskaya.

Sessão fotográfica com o Presidente do Parlamento Europeu Jerzy Buzek, Dr Rajendra K. Pachauri, Sir Paul McCartney e Vice-Presidente Edward McMillan-Scott no gabinete do Presidente às 10.50 (acesso limitado).

Contacto
Andrzej SANDERSKI
: andrzej.sanderski@europarl.europa.eu
: (32-2) 28 31051 (BXL)
: (33-3) 881 73479 (STR)
: (+32) 498 98 33 35

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Janez VOUK
: janez.vouk@europarl.europa.eu
: (32-2) 28 31053 (BXL)
: (33-3) 881 74897 (STR)
: (+32) 498 98 33 37
Source: Global Warming Hearing with Sir Paul McCartney and Dr Rajendra K. Pachauri
Autor: tradução Vera Martins

Date: 2009-11-13

Other EVANA-articles about this topic:
EP: Global Warming Hearing with Sir Paul McCartney and Dr Rajendra K. Pachauri (en)

Teimosia cega,surda e muda

2009 Novembro 14

08109a

Professores que não entregaram elementos de avaliação não serão avaliados

A ministra da Educação, Isabel Alçada, afirmou hoje que os professores que não entregaram os elementos de avaliação não serão avaliados, acrescentando que “não se trata de uma questão de penalização”, mas de cumprir a lei.

Durante uma visita a uma escola secundária recuperada, nos Olivais, em Lisboa, a comunicação social perguntou à ministra da Educação se aceita a proposta de não penalização dos professores que não aderiram ao modelo de avaliação em vigor.

“Os professores que entregaram elementos para a avaliação serão todos avaliados. É essa a nossa perspectiva e é essa a indicação que clarificaremos com as escolas, com os sindicatos, com as organizações representativas”, afirmou Isabel Alçada aos jornalistas.

Interrogada sobre se os professores que não entregaram esses elementos serão penalizados, a ministra da Educação respondeu: “Não é uma questão de penalização. Quem não entregou os elementos para a avaliação naturalmente sabe que não pode ser avaliado. Não é uma questão de penalização, é uma questão de regra”.

“A lei é assim e, portanto, quem não se submeteu a um processo de avaliação, naturalmente, não será avaliado. É isto.” – acrescentou Isabel Alçada.

Por outro lado, questionada sobre a exequibilidade de se aprovar um novo modelo de avaliação e acabar com a divisão da carreira entre professores titulares e não titulares no prazo de 30 dias, como propõe o PSD, a ministra sublinhou que está em curso um processo negocial que não depende só de si.

“Este é um processo que exige vários parceiros, portanto, nós podemos comprometer-nos a trabalhar com celeridade no Ministério da Educação, depois a negociação com os parceiros será da forma natural como estas coisas sempre decorrem”.

.

Nota: Uma teimosia, uma inabilidade para compreender e aceitar os erros cometidos, uma estranha forma de impor uma fiasco avaliativo. Uma teimosia cega e arrogante .

Belmiro de Azevedo quer empregos (ainda mais) baratos

2009 Novembro 14
por Tollwut


Em declarações a propósito da corrida de Vítor Constâncio ao Banco Central Europeu, Belmiro de Azevedo declarou que o assunto é “irrelevante” para Portugal e que os problemas do país “não se resolvem com títulos”. Até aí concordamos. Mas o grande vencedor dos Prémios Precariedade 2008 na categoria Acumulação até gosta de partilhar e, por isso aproveita a ocasião para oferecer de bandeja e às claras a receita de que se tem valido para enriquecer. É que, segundo Belmiro de Azevedo, “o que o país precisa é que se crie riqueza, que sejamos competitivos, que gastemos o dinheiro bem gasto, empregos razoáveis, baratos, se não, qualquer dia temos complicações de natureza social e o país não se governa sem coesão social”.

Belmiro de Azevedo só pode andar distraído. Empregos razoáveis, mais baratos? Só se for de graça ou, se calhar, no Continente. Mas mais curioso ainda é Paulo Azevedo, seu filho e presidente executivo da Sonae, apresentar a empresa afirmando que investem na criação de emprego de qualidade, contribuindo para o desenvolvimento dos colaboradores e parceiros que com eles actuam… Em que é que ficamos?

Isto tudo no dia em que se soube que o volume de negócios da Sonae cresceu seis por cento nos primeiros nove meses deste ano, com um aumento de 42 por cento no resultado líquido directo total da empresa… Será da crise?

MM

Publicada por Precários Inflexíveis

New CNN Skull And Bones Piece

2009 Novembro 14

CNN reports on the secret seociety based at Yale, including how Bonesmen stole the skull of Native American leader Geronimo.

Medical Doctor Retracts H1N1 Vaccine Advice After Reading Insert

2009 Novembro 14

Kevin Copenhagen

Prisonplnet.com Saturday, Nov 14th, 2009

The following video highlights a retraction made by a medical doctor, Dr. Roby Mitchell, after he initially advised a group of nurses to take the H1N1 Swine Flu vaccine. Once he had read the actual package insert which comes with the vaccine and realized that the vaccine makers themselves admit it is untested and may cause a myriad of disorders to include paralysis, neurological damage, possible sterilization and may cause fetal harm in pregnant women (one of the high priority groups targeted to get the vaccine), he retracted his advice so that they would have informed consent.  His reading of the insert also revealed that an adjuvant called MF 59, which is similar to the squalene molecule found in our normal nerve tissue, is indeed in the H1N1 vaccine after we’ve been told that adjuvants had been removed. We need more doctors like this one in our country who use their common sense and not talking points from the media and pharmaceutical industry when giving advice to their patients and colleagues. My sincere compliments go out to Dr. Mitchell.

Carta aberta ao primeiro-ministro José Sócrates

2009 Novembro 14

 

 

 

 

Excelentíssimo senhor primeiro-ministro: Sensibilizado com o que tudo indica ser mais

uma triste confusão envolvendo o senhor e o seu grande amigo Armando Vara, venho desde já solidarizar-me com a sua pessoa, vítima de uma nova e terrível injustiça. Quererem agora pô-lo numa telemovela – perdoe-me o neologismo – digna do horário nobre da TVI é mais um sintoma do atraso a que chegámos e da falta de atenção das pessoas para as palavras que tão sabiamente proferiu aquando do último congresso do PS: “Em democracia, quem governa é quem o povo escolhe, e não um qualquer director de jornal ou uma qualquer estação de televisão.” O senhor acabou de ser reeleito, o tal director de jornal já se foi embora, a referida estação de televisão mudou de gerência, e mesmo assim continuam a importuná-lo. Que vergonha.

Embora no momento em que escrevo estas linhas não sejam ainda claros todos os contornos das suas amigáveis conversas, parece-me desde já evidente que este caso só pode estar baseado num enorme mal-entendido, provocado pelo facto de o senhor ter a infelicidade de estar para as trapalhadas como o pólen para as abelhas – há aí uma química azarada que não se explica. Os meses passam, as legislaturas sucedem-se, os primos revezam-se e o senhor engenheiro continua a ser alvo de campanhas negras, cabalas, urdiduras e toda a espécie de maldades que podem ser orquestradas contra um primeiro-ministro. Nem um mineiro de carvão tem tanto negrume à sua volta. Depois da licenciatura na Independente, depois dos projectos de engenharia da Guarda, depois do apartamento da Rua Braamcamp, depois do processo Cova da Beira, depois do caso Freeport, eis que a “Face Oculta”, essa investigação com nome de bar de alterne, tinha de vir incomodar uma pessoa tão ocupada. Jesus Cristo nas mãos dos romanos foi mais poupado do que o senhor engenheiro tem sido pela joint venture investigação criminal/comunicação social. Uma infâmia.

Mas eu não tenho a menor dúvida, senhor engenheiro, de que vossa excelência é uma pessoa tão impoluta como as águas do Tejo, tirando aquela parte onde desagua o Trancão. E não duvido por um momento que aquilo que mais deseja é o bem do País. É isso que Portugal teima em não perceber: quando uma pessoa quer o melhor para o País e está simultaneamente convencida de que ela própria é a melhor coisa que o País tem, é natural que haja um certo entusiasmo na resolução de problemas, incluindo um ou outro que possa sair fora da sua alçada. Desde quando o excesso de voluntarismo é pecado? Mas eu estou consigo, caro senhor engenheiro. E, com alguma sorte, o procurador-geral da República também. Atentamente, JMT.

Ilegalidades nas concessões das auto-estradas

2009 Novembro 14

Há muitos nós que o governo vai ter de desatar na concessão das autoestradas

Enquanto o Ministério das Obras Públicas promete mais portagens, a Estradas de Portugal perde 430 milhões de euros para as concessionárias no contrato de concessão das autoestradas Transmontana e Douro Litoral. O tribunal de contas fala de violações flagrantes à lei e considera que os contratos prejudicam gravemente o interesse público em favor das empresas Mota-Engil e Soares da Costa.

O Tribunal de Contas recusou o visto do contrato da concessão de duas autoestradas atribuídas à Soares da Costa (autoestrada Transmontana) e À Mota-Engil (autoestrada Douro Litoral). Em dois acórdãos questiona os processos de concessão por não defenderem o interesse público, levanta dúvidas legais sobre os contratos e critica duramente as justificações apresentadas pelas Estradas de Portugal. Em causa estão 430 milhões de euros.

A empresa pública Estradas de Portugal prescindiu de receber 430 milhões de euros em favor dos privados.

O Tribunal de Contas mostra “perplexidade” por o Estado ter prescindido de receber 430 milhões de euros da Soares da Costa e da Mota-Engil, com a adjudicação a estas duas empresas da construção e exploração das novas auto-estradas Transmontana e do Douro Litoral.

A revelação foi feita pelo Tribunal de Contas (TC) em dois acórdãos (n.º 160/2009 e n.º 161/2009) aprovados e publicados no início de Novembro, em que é recusado o visto prévio aos dois contratos destas subconcessões.

Os conselheiros do TC consideram que “este facto não pode deixar de suscitar perplexidade”, até porque não foi justificado pela Estradas de Portugal (EP), apesar das dúvidas levantadas pelo tribunal.

Estado perde milhões

O problema, revela o TC, é que o facto de a Soares da Costa (no concurso da Transmontana) e a Mota-Engil (na Douro Litoral) terem incluído nas suas propostas iniciais o pagamento à EP, respectivamente, de 230 e 200 milhões de euros, fez com que estas empresas obtivessem uma classificação melhor que as suas concorrentes, acabando por ser, por isso, seleccionadas para a fase final da negociação nos respectivos concursos. Mas a EP prescindiu depois desses valores, baseando-se em argumentos que não convenceram o TC: “A argumentação produzida, sobre a matéria, pela EP, não deixa de surpreender, dado emanar de um dos mais importantes donos de obra pública do País e contrariar quase duas décadas de doutrinação da CADA (Comissão de Acesso aos Documentos da Administração), sobre este assunto.”

A EP adjudicou portanto as obras, aceitando propostas finais destas empresas nas quais já não constava qualquer pagamento daquele tipo.

Tal como aconteceu na Auto-estrada Transmontana, também na subconcessão do Douro Interior há diferenças entre a proposta com que os concorrentes foram pontuados para passar à fase de negociações, e a propostas final com que ganharam o concurso, e receberam a adjudicação. O investimento total necessário para a construção da Douro Interior diminuiu 15,7 milhões de euros, e o esforço financeiro a ser pedido ao concedente aumentou 60 milhões de euros. E também não há lugar a pagamentos à cabeça, como surgiam na proposta inicial.

No caso da Auto-estrada Transmontana, o custo de construção passou de 577 para 508 milhões, e o valor actualizado líquido do esforço financeiro que iria ser pedido ao concedente passou de 460 para 539 milhões. No caso da Douro Interior, os custos de construção diminuíram de 762 milhões para 747, e o esforço financeiro pedido à EP passou de 696 para 757 milhões.

Estas diferenças, sublinha o Tribunal de Contas, violam o próprio caderno de encargos por traduzirem uma degradação das condições inicialmente oferecidas. E são uma das “ilegalidades” detectadas que justificam o chumbo.

Os pagamentos à cabeça que os concorrentes se propõem efectuar resultam de uma fórmula financeira em que, de alguma forma, se reequilibra a diferença entre aquilo que a concedente teria de pagar e aquilo que o concessionário teria de receber ao longo dos 30 anos de concessão.

Na fase da negociação das propostas, o esquema financeiro foi, no entanto, todo alterado. Na Trasmontana, a EP ficou obrigada a pagar mais 80 milhões de euros do que inicialmente previsto, e na Douro Interior a diferença salda-se em 60 milhões.

Fracos argumentos

Nas respostas enviadas ao tribunal, a EP justifica que “entre a primeira e a segunda fase do procedimento verificou-se uma significativa degradação do clima económico e financeiro decorrente da gravíssima e por todos sobejamente conhecida crise financeira global”, e relembra que, em ambos os casos, os pagamentos finais acordados ficaram abaixo do que estava definido no estudo de viabilidade encomendado pelo Governo para cada uma das concessões. O TC responde que a argumentação da EP “desenvolve-se agora com a avaliação de quatro parâmetros: a redução dos bancos disponíveis para participar no programa; o aumento dos custos financeiros, margens e comissões; a redução dos prazos de financiamento; o aumento da componente de capitais próprios”. Mas considera que “a crise” e as suas consequência “não invalida a conclusão de que houve uma degradação das condições inicialmente propostas”, e que foram “violados os princípios que orientam a contratação pública”.

Almerindo Marques, presidente da Estradas de Portugal, diz que vai recorrer da decisão do Tribunal Constitucional. Segundo o jornal Sol, o Governo já terá dado indicação à EP para “lutar até ao fim” pela legalidade das concessões. Marcelo Rebelo de Sousa já veio apoiar o Governo e a EP, considerando que “as subconcessões adjudicadas pela EP não estão sujeitas a visto prévio”.

Almerindo Marques diz que a Estradas de Portugal “vai recorrer da decisão do Tribunal de Contas e depois se verá”.

Sobre a decisão do Tribunal de Contas, Almerindo Marques escusou-se a comentá-la, alegando limites deontológicos que não pode ultrapassar, reiterando novamente que o que “existe de facto, e que a deontologia permite dizer, é que há divergência de interpretação jurídica nas regras de decisão sobre o concurso”.

O presidente da Estradas de Portugal garantiu ainda que as obras nas duas concessões “vão prosseguir com normalidade”.

Entretanto o Ministério das Obras Públicas ameaça os utentes com mais portagens que consideram “inevitáveis”. “Nas regiões onde haja alternativas de acessibilidades, os custos de utilização dessas infra-estruturas terão de ser suportados pelo tráfego que circular”, disse fonte oficial do Ministério ao jornal Sol. O Governo quer também introduzir portagens em três SCUT em 2010 e espera “poupar” 100 milhões, mas à custa dos utilizadores, enquanto perde milhões com as concessões aos grandes grupos da construção: Mota-Engil e Soares da Costa.

Bloco exige esclarecimentos sobre Face Oculta

2009 Novembro 14
por Tollwut

O Bloco pediu esta sexta-feira “decisões e esclarecimentos” rápidos sobre o processo Face Oculta porque “não é sustentável manter o actual clima de suspeição” e reiterou que José Sócrates tinha conhecimento das negociações entre a PT e a TVI. Ana Drago defendeu que “as tomadas de decisões têm de ser rápidas e portanto não se pode prolongar esta sensação de suspeição e de confusão que se vive no campo da Justiça”.

Ana Drago exigiu esclarecimentos rápidos sobre o caso Face Oculta

“O Bloco de Esquerda entende que não é sustentável manter este clima de confusão que se vive hoje na área da Justiça e que a responsabilidade que todos temos, nomeadamente os órgãos judiciais, é que rapidamente haja decisões e esclarecimentos, porque os portugueses estão todos cansados deste arrastar de incertezas e suspeições”, declarou a deputada Ana Drago, em declarações aos jornalistas no Parlamento.

“Essas tomadas de decisões têm de ser rápidas, portanto não se pode prolongar esta sensação de suspeição e de confusão que se vive no campo da Justiça”, defendeu.

Num segundo aspecto de ordem mais política, acrescentou a deputada do Bloco, hoje “o país sabe que havia esse conhecimento” de José Sócrates sobre as negociações entre a PT e a TVI.

“A utilização hoje da palavra oficial em contraponto ao oficioso creio que em nada vem trazer mais esclarecimentos a esta questão. José Sócrates sabia e, portanto, hoje também o país sabe, que havia esse conhecimento por parte do primeiro-ministro”, sustentou.

Questionada se entende que o primeiro-ministro “mentiu” na Assembleia da República, Ana Drago insistiu que já na altura não existiam dúvidas.

“O primeiro-ministro tentou utilizar esta diferenciação entre oficial e oficioso. Creio que para nenhum português na altura sobrou qualquer dúvida que o primeiro-ministro tinha conhecimento deste tipo de interesse por parte da PT”, insistiu, ressalvando, contudo, que neste momento essa “não é a questão mais importante”.

Interrogada se este caso poderá motivar a abertura de um inquérito parlamentar, a deputada do Bloco voltou a falar na necessidade de “pacificação no campo da Justiça”, mas reconheceu que o Parlamento mantém toda a sua legitimidade e todos os seus poderes.

“Se for entendido que vale a pena e que permite o esclarecimento democrático do que tem acontecido eu creio que a Assembleia poderá tomar essa iniciativa”, admitiu, sublinhando, contudo, que ainda é “demasiado cedo” para o Bloco se pronunciar sobre essa matéria.

Segundo informações confirmadas pelo Procurador-Geral da República, o primeiro-ministro, José Sócrates, apareceu nas escutas a Armando Vara no âmbito do processo Face Oculta, sobre alegados casos de corrupção e outros crimes económicos relacionados com empresas do sector empresarial do Estado e empresas privadas.

Skinned Alive Clip

2009 Novembro 13

Skinned alive
It’s not a bad dream
It happens in real life
They tear off our skin
while we are still alive
why do they take
our souls away
for coats to wear
on winter days ?

We are scared and afraid
Facing our death alone
standing in a line
waiting for our turn
look into our eyes
we feel pain just like you
but we cannot talk
that’s why we need you

Let’s get together
Let’s give them a voice
Get up, stand up
Let’s make that choice
The animal rights revolution starts
We will fight for the beating hearts
We have to answer their cry to survive
And let the animals stay beautiful alive !

Born into deprivation
Short life in a tiny cell
Misery and isolation
Angels forgotten in hell
Our bodies laid aside,
Our bones are thrown
Now, our death is ready to be worn

No protection and no explanation
To this deadly pain, humiliation
We have only you, please understand
Save us from fashion’s cruel deadly hand

Let’s get together
Let’s give them a voice
Get up, stand up
Let’s make that choice
The animal rights revolution starts
We will fight for the beating hearts
We have to answer their cry to survive
And let the animals stay beautiful alive !

——————————————-

Lyrics: Shiri Shemer & Jane Halevy
Composition: Elad Elharar & haim Kairi
Music production & Arrangements: Solly Gershkovich & Ilan Pustopetski
Singer: Noa Lembersky
Guitars: Lidor Levy
Piano & Keyboards: Solly Gershkovich & ilan Pustopetski Bass: Uri Kleinman
Drums: Tomer Zidkiyhu
Mix: Erez Caspy
Mastering: Shmulik Daniel
Recording technician: Tomer Matana
Produced by Uzi George “GP”
video clip produced by ADOM film
Lancé à l’initiative de International Anti-Fur Coalition

Um regime a apodrecer

2009 Novembro 13

Segredo de confissão

O pior do “caso” Face Oculta é a falta de novidade. É tudo mais uma vez. Mais uma vez, vemos essa fábrica de suspeitas ironicamente chamada “justiça” servir para os nossos políticos se entreterem num teatrinho inconclusivo de justiceiros e de vítimas – papéis que desempenham à vez.

Mais uma vez, constatamos como cada “caso” põe em causa todo o sistema, com a guerra entre magistrados e a proposta de mais leis no Parlamento.

Mais uma vez, o fio da meada remete para o nosso Estado “tentacular”, cuja omnipresença e venalidade são o melhor atalho para quem quer dominar e enriquecer. Mais uma vez –e a questão é: até quando? A chamada “corrupção” começa a ser sinal de um mal maior: o apodrecimento do regime. Todos os regimes, por mais perfeitos, têm prazos de validade, porque o mundo, as ideias e as pessoas mudam, deixando as instituições para trás.

O nosso actual regime, se estivesse à venda num supermercado, já estaria na secção dos produtos com grande desconto. Até quando durará a nossa paciência? Até quando vamos suportar um regime que deixou de cumprir os mínimos (condenar culpados e absolver inocentes), e onde um Estado cada vez mais pesado parece funcionar como instrumento de controle da sociedade por grupos de políticos e negociantes?

Sem o seguro de vida europeu que a nossa classe política comprou em 1986, já estaríamos a viver noutra era.

A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 3-4

2009 Novembro 13

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Woman stole “swine flu” vaccine in Sweden

2009 Novembro 13

Woman stole “swine flu” vaccine in Sweden

A woman was seen rushing into a local vaccine station in Luleå in the north of Sweden, grabbing three syringes and then rushing back out into a waiting car. The car drove away at a high speed.

According to the local Police, Rolf Hamstig, there is no trace of the woman but certain tips to the police has been given.

It is unclear weather the woman stole the vaccine (which is given for free in Sweden) for her own use or if she stole it in order to be able to test it in an independant lab to objectively establish what it contains. This might be a big problem since the Swedish agreement with GlaxoSmithKline, the manufacturer of the poisonous Pandemrix “swine flu” vaccine forbids disclosure of the real ingredients in the shots.

Original article

Covance Cruelty

2009 Novembro 13

more about “Covance Cruelty“, posted with vodpod

 

The Humane Society of the United States

2009 Novembro 13
por Tollwut

The Meatrix

2009 Novembro 13

O que une António Preto e José Sócrates?

2009 Novembro 12

Telefonemas

O empresário que entregou uma mala de dinheiro a António Preto foi sócio do primeiro-ministro num negócio de bombas de gasolina.

O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no “caso da mala”, foi sócio de José Sócrates , Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.

Associaram-se na empresa Sovenco, na Amadora, e António Manuel Simões Costa, fundador do PS/Lisboa, foi o mentor da empresa que teve vida curta.

António Preto conheceria Sobral mais tarde, em 1997, e garante: “Nunca me disse que conhecia Sócrates ou Vara”. Simões explicou ao Expresso como nasceu a Sovenco e o que o aproximou dos demais sócios: “Conheci-os nas campanhas do partido e estivemos todos com Guterres”. O partido aproximou-os e Guterres uniu-os. Mas também os haveria de separar. Sócrates, Vara e Rui Vieira prosseguiram a carreira política. O primeiro chegou a líder do partido e do Governo, o segundo foi ministro de Guterres e fez carreira na banca, e Rui Vieira chegou à direcção nacional do PS e a deputado.

Sobral de Sousa foi conciliando a vida política com a empresarial e dele Manuel Simões lembra-se do primeiro grande negócio: “Um dia veio ter comigo e perguntou-me se queria entrar na compra de um terreno na Figueira da Foz”. Simões não se entusiasmou. “Fui burro. Ele e o João (antigo presidente da União de Leiria) já o tinham vendido antes mesmo de o comprar. Não gastaram dinheiro e ganharam 140 mil contos cada”.

Mas o veterano na política era Manuel Simões: “Fui assessor do ministro do Trabalho Costa Martins em 1975, transitei para o mandato de Marcelo Curto, fui o primeiro dirigente da FAUL” e, garante, se o PS tem uma sede na Buraca a ele o deve: “Fui eu que a comprei”.

 

Amigos do Parlamento

 

Em 1989, ano de fundação da Sovenco, Sócrates e Vara já tinham consolidado uma amizade feita no Parlamento, enquanto deputados. Então porquê esta incursão no mundo empresarial? Simões lembra uma conjugação de factores: “Cavaco Silva governava com maioria absoluta. E, entretanto, os suecos, com quem eu tinha boas relações, sugeriram-me que arranjasse quem representasse os pneus Jislaved e as jantes Ronal”.

Lembrou-se destes sócios por razões diferentes: “Sobral foi o responsável pela implantação do Círculo de Leitores. Vendi-lhes milhares de contos em peças de cristal; Rui Vieira trabalhava numa seguradora em Leiria, onde eu tinha uma fábrica; Sócrates e Vara conhecia-os das campanhas do PS. Éramos todos amigos e próximos de Guterres”.

Pneus, jantes e estações de serviço

Recorda-se de Sócrates e Vara terem chegado ao pé dele e de lhe terem pedido apoio para darem início a uma vida empresarial. Simões sugeriu que se juntassem a ele na representação dos pneus, de jantes e da compra de terrenos para construção de estações de serviço. O negócio foi-se fazendo, ainda que a empresa tenha sido encerrada e todo o seu património integrado numa outra (ANSIEL). Mas, diz Simões, Sócrates, Vara e Vieira pouco tempo ficaram.

“Ao fim de um ano vieram ter comigo e disseram-me que Guterres lhes tinha apresentado um projecto para ganhar o partido. Respondi-lhes que se aceitassem deviam deixar a empresa. Mas tal como entraram sairam, não fizeram um negócio que fosse e o património que havia foi o que ficou”. Manuel Simões ficou na empresa e não tem razões de queixa. Com a Dinara, empresa de troféus de cristal faz negócio “com quase todas as autarquias, excepto a da Amadora”, apesar de conhecer bem o presidente Joaquim Raposo: “Conheço-o, ainda ele era taxista”, diz.

A amizade com os restantes ficou e Simões caracteriza-os: “Sócrates é decidido, mas incapaz de violar princípios; Vara é voluntarioso e criativo e Sobral um negociante nato que gosta muito de dinheiro”.

Depopulation theory and practice – video

2009 Novembro 12

Leuren Moret worked as a scientist at Lawrence Livermore Laboratories and has a BS in Geology at U.C. Davis and an MA in Near Eastern studies from U.C. Berkeley. She serves as environmental commissioner for the City of Berkeley.

Leuren was an Expert Witness at the International Criminal Tribunal For Afghanistan At Tokyo.  She is an independent scientist and international expert on radiation and public health issues and is on the organizing committee of the World Committee on Radiation Risk, an organization of independent radiation specialists, including members of the Radiation Committee in the EU parliament, the European Committee on Radiation Risk.

She has conducted research concerning the impact on the health of the environment and global public health from atmospheric testing, nuclear power plants, and depleted uranium.  She has helped collect and measure radiation in 6000 baby teeth from children living around nuclear power plants, and helped The State of Louisiana (USA) pass the first state depleted uranium bill for mandatory testing of soldiers.

In this rather chilling interview about population control, Leuren goes into many areas that highlight what has been going on.

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